<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101</id><updated>2012-01-13T08:18:10.516-08:00</updated><category term='música pop'/><category term='MEMORANDO'/><category term='mandaumsom'/><category term='Trama Virtual'/><category term='Cibernética 37: Usuário Cibernético Blog Portal de pesquisa e produção'/><category term='Banda Zaiba Tempo Espaço Fotos Ensaio Espírito Noise Imagem'/><category term='Sem firula'/><category term='Samba'/><category term='introdução à metafísica'/><category term='Vídeo experimento imagem pensamento aforismos slides em movimento filosofia imagem pensamento fotografia - remix asian dub foundation - return of Django abraaosoulpower'/><category term='PENSAMENTO NO BRASIL'/><category term='uso das novas tecnologias'/><category term='SoulPowerAxéprafrentehc'/><category term='Instalação Pamela Reis Galeria Homero Massena 2010'/><category term='Zaiba Noise Musicolagem experimentação o trio das máquinas caixas câmera computador Som Música Video Fotografia em movimento Espírito O Tao O Mao e o Bad'/><category term='Projetos Educacionais'/><category term='Siba e a Fuloresta do Samba'/><category term='Projeto Educacional'/><category term='Hesíodo'/><category term='Comando Kalakuta'/><category term='fotos experimentação imagem para textos filosofia literatura música'/><category term='Laja Records'/><category term='Rubem Fonseca'/><category term='Metafísica na perspectiva do empirismo Teoria da Imaginação David Hume Impressões e Ideias'/><category term='ORQUESTRA MANGUEFÔNICA'/><category term='Tecnologia Ciência Arte Música Experimento Artigo 2008'/><category term='Trabalho Tempos modernos filosofia Marx Capital Salário Manuscrítos econômico Filosóficos'/><category term='Educação e Tecnologia'/><category term='Introdução à filosofia pensamento como problema relação pensamento e ação sobre a utilidade da filosofia na cultura moderna Abraão Costa andrade Kant Hegel Artigo crise e filosofia'/><category term='filosofia e as ciências da natureza'/><category term='Filosofia tensa o conceito fragmentos aforismos nova linguagem filosofia dos pré-socráticos insight Introdução à filosofia História da filosofia criação'/><category term='CD'/><category term='Aristóteles Filosofia Causas e Princípios da origem das coisas história da filosofia texto de 2001'/><category term='pesquisa filosofia e literatura'/><category term='filosofia'/><category term='Tim Festival 2008'/><category term='Rick Riordan'/><category term='Chris Columbus'/><category term='Crítica Criação Post de inauguração do blog'/><category term='Fepaschoal'/><category term='Show'/><category term='ES'/><category term='Álbum Imagens web Filosofia tensa mini blog'/><category term='lançamento'/><category term='COM O CÉREBRO ENTRE OS TRÓPICOS'/><title type='text'>CRÍTICA E CRIAÇÃO EM BITS</title><subtitle type='html'>&lt;a href="http://s07.flagcounter.com/more/6eo"&gt;&lt;img src="http://s07.flagcounter.com/count/6eo/bg=FFFFFF/txt=000000/border=CCCCCC/columns=2/maxflags=12/viewers=0/labels=0/" alt="free counters" border="0"&gt;&lt;/a&gt;
FILOSOFIA ENSAIO CRÍTICA 
CRIAÇÃO INTRODUÇÃO À FILOSOFIA METAFÍSICA CIÊNCIA MÚSICA
ARTE LIVRE PENSAR INTERDISCIPLINARIDADE EDUCAÇÃO 
PENSAMENTO NO BRASIL 
IMAGINAÇÃO DO GRAFITE AO BIT 
MÚSICA QUÂNTICA FOTOGRAFIA MIXAGEM EDIÇÃO NET TOTAL BRUTALEE</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-1713493190082198292</id><published>2011-05-30T17:39:00.000-07:00</published><updated>2011-06-08T09:35:55.121-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hesíodo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Metafísica na perspectiva do empirismo Teoria da Imaginação David Hume Impressões e Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rick Riordan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chris Columbus'/><title type='text'>Mitologia grega, David Hume e o Ladrão de Raios</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/zZ62v4Tj6xc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zZ62v4Tj6xc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/zZ62v4Tj6xc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: 11pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: 15px;"&gt;&lt;i&gt;O raio governa todas as coisas que são&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: 11pt;"&gt;&lt;i&gt;Herácrito&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: large;"&gt;Entre filosofia, a obra Teogonia: A origem dos deuses, principal referência sobre mitologia grega, e cinema: Percy Jackson e o ladrão de raios&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;À primeira vista, lançar em um mesmo plano referências tão distantes no &amp;nbsp;tempo, pode nos parecer estranho, porém, verificaremos através de um exame mais detalhado, o quanto a filosofia moderna, mais especificamente os trabalhos de David Hume, podem nos oferecer uma base filosófica precisa para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;interpretar o imaginário expresso nos personagens da mitologia grega que por sua vez aparecem em sua versão pop no filme “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (EUA, 2010), que se trata de uma adaptação para o cinema do livro inicial da série “Percy Jackson e os Olimpianos”, do escritor americano Rick Riordan. Deste modo, começaremos por traçar melhor a posição da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;metafísica de David Hume nesta história toda. Para o filósofo, a partir de passagens encontradas em seu célebre livro “Investigações sobre o entendimento humano”, mais precisamente nas seções II e II, intituladas “Da origem das ideias” e “Da associação da ideias”, constatamos uma teoria das ideias que se funda primordialmente com base na experiência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Experiência, na linguagem de David Hume, significa o conjunto de dados informações que obtemos através dos sentidos, isto é, significa tudo aquilo que nos afeta de modo imediato, seja no campo da percepção de objetos externos, seja no campo da erupção dos afetos, sentimentos internos, pelos quais somos tomados de acordo com as circunstâncias. Sobretudo, na linguagem de David Hume, o conceito que corresponde ao termo experiência, ganha o nome de “impressões”, que são as nossas percepções mais vivas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;O lugar das “impressões” contudo, se encontra em contraste com a outra categoria de percepções mais fracas, que se denominam “pensamentos ou ideias”, que por sua vez se remetem à reflexão e à lembrança, em que as percepções originais apreendidas pelos sentidos são mais vagas em detalhes, pois na reflexão e na lembrança de uma sensação ocorrida a determinação e definição escapa à totalidade do acontecimento original.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Contudo, as impressões acontecem justo no momento quando observamos, sentimos, ouvimos, isto é, quando os detalhes dos acontecimentos presentes estão mais vivos, mais recheados de detalhes. Já na reflexão e na lembrança as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;qualidades dos objetos e o fervor dos sentimentos está amansado, apaziguado, pois a reflexão e a lembrança não retomam a impressão original.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Deste modo, para o filósofo existirá então uma relação de interdependência entre ideias e impressões. Em sua concepção, em nossas percepções primordiais abrigam-se a gênese e origem de todas as nossas ideias. Isto é, entre impressões e ideias uma relação de causa e efeito as aproxima de modo umbilical. Assim, uma idéia tem como sua causa, digamos assim, uma dada impressão, ou em outros termos, uma determinada ideia tem como sua causa um certo conjunto de impressões fornecidos pela experiência. E de modo inverso, uma dada impressão produz como seu efeito uma determinada ideia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Assim também funcionará o mecanismo que rege nossa imaginação. Conceito que mais nos interessa na presente investigação. Se estamos acostumados a ouvir que a imaginação é livre, para David Hume, ela está precisamente restrita nos limites de nossa experiência, ou seja, nos limites das impressões às quais tivemos acesso. Deste modo, poderíamos afirmar que nossas impressões seriam como as portas de nossas ideias. Pois é justo através das impressões&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;dadas pela experiência que nossas ideias tomam forma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;No caso da imaginação, David Hume encontrará um conceito preciso para explicá-la. Para delimitar melhor como a nossa imaginação se forma, nasce na filosofia de David Hume o conceito fundado no princípio da associação de ideias. Com este conceito, abre-se então a possibilidade de localizarmos melhor a origem daquilo que nos sobrevém à mente quando o assunto é imaginação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Ao invés de nos assustarmos ou nos espantarmos com figuras e formas estranhas à natureza e à realidade, como no caso de pesadelos, sonhos, filmes de terror ou ficção científica, desenhos animados, revistas em quadrinhos, etc, na perspectiva de David hume, todos os dados da experiência, isto é, nossas impressões, quando retomados em nossa memória ou imaginação, são ora aumentados, diminuídos, combinados e sobretudo associados, seja de modo eventual, seja de modo imposto pela vontade e pela criatividade. Deste modo, o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;principio da associação de ideias é responsável por ligar, na imaginação, dados, figuras, qualidades, características e informações de objetos e formas diferentes, que no plano da natureza e da realidade seriam impossíveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Teogonia: a origem dos Deuses: a luz das interpretações metafísicas de Hume acerca da “imaginação”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Ora, modernamente é que se tematizou a partir de outra abordagem, perspectiva, uma interpretação empirista da formação de ideias e nestas a imaginação como nos propõe David Hume. O que nos chama a atenção quando nos deparamos com uma obra como&amp;nbsp; a Teogonia de Hesíodo, que ocupa o lugar mais importante do que nós modernos conhecemos dos antigos gregos, que se referia à sua mitologia, a figuras no imaginário de linguagem e imagem tão rico como a mitologia grega o fez, e que para a modernidade nos chega principalmente através dos desenhos de massa e também do cinema.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;As figuras reunindo características animais, como minotauro, ou aumentadas, segundo a indicação de Hume, ou as musas como profetas da criação; “Pelas musas eniconiádes&amp;nbsp; comecemos a cantar”&amp;nbsp; (&lt;b&gt;&lt;i&gt;Proêmio as Musas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;).&amp;nbsp; Anunciando as Musas a origem e as divindades ou alegoria do pensamento grego por mediação do princípio da imaginação: o canto das Musas na obra de Hesíodo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;“vão em renques&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;noturnos lançando belíssima voz,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;hineando Zeus porta-égide, a soberana Hera&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;de Argos calçada de áureas sandálias,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Atena de olhos glaucos virgem de Zeus porta-égide,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;o luminoso Apoio, Ártemis verte-flechas,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Posídon que sustém e treme a terra,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Têmis veneranda, Afrodite de olhos ágeis,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Hebe de áurea coroa, a bela Dione,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Aurora, o grande Sol, a Lua brilhante,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Leto, Jápeto, de curvo pensar,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Terra, o grande Oceano, a Noite negra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;e o sagrado ser dos outros imortais sempre vivos.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;O pretendemos indicar, a partir da teoria da imaginação de David Hume, trata-se em compreender que encontramos na filosofia referências interessantes em dialogar com um filme que traz à tona uma interpretação da literatura juvenil de um americano chamado Rick Riordan. E nos perguntar ao nosso modo o que interessaria ao fenômeno óptico e artístico do cinema em uma mega e boa organização de cinema de massas, que agrega nada mais nada menos que o diretor Chris Columbus (que dirigiu os dois primeiros Harry Porter) que retoma a mitologia grega e por tabela trechos da obra que mais chegou aos leitores de nossas gerações sobre mitologia grega que é “A teogonia: a origem dos deuses” do poeta Hesíodo. E como o sabemos a relação à origem em privilégio da ordem do divino como encontramos na parte intitulada na Teogonia como “&lt;b&gt;Deuses primordiais&lt;/b&gt;”: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Default" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Sim bem primeiro nasceu Caos, depois também&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Terra de amplo seio, de todos sede irresvalável sempre,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;dos imortais que têm a cabeça do Olimpo nevado,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;e Tártaro nevoento no fundo do chão de amplas vias,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;e Eros: o mais belo entre Deuses imortais,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="Default" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;solta-membros, dos Deuses todos e dos homens todos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;ele doma no peito o espírito e a prudente vontade”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;A Zeus deram o trovão e forjaram o raio: e nos aparece no cinema nosso caro amigo Ladrão de raios: o principal acusado é Percy Jackson&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Ora, logo o relâmpago, o trovão de Zeus? Estaria a hierarquia do arquétipo de rei dos reis do Universo, o grande Zeus em perigo? Tendo seu principal poder ameaçado? Seu atributo da natureza que ele Zeus coordena? O que a trama do filme anuncia logo ao início é a instabilidade do Olimpo. Poseidon, ligado ao elemento da phisys que é o mar, e Zeus, ao governo do “Relâmpago”, em uma dilema: localizar o raio que foi roubado: o raio de Zeus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Em meio a esta trama e aventura, se passa na busca por este raio principal, já dizia o filósofo Heáclito: “O raio governa todas as coisas que são”. O interessante que a grande maioria dos personagens dá relevo, em um cenário místico próprio da obra de Hesíodo, como assenta uma outra narração dos mitos os dando espetacular relevo, como por exemplo, as figuras ou imagens da Hidra, do olhar fatal Medusa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Vale a pena articular algumas noções acerca do tema da imaginação na filosofia de David Hume, para a qual a principal constatação em relação ao conhecimento é exatamente a pergunta:&amp;nbsp; “What impression that Idea is derived?” (Hume, Resumo de um Tratado da natureza humana, Edição bilíngüe inglês-português)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;Levando adiante as Teses de Hume como referência de uma leitura da obra de Hesíodo, e de sua roupagem moderna no filme do diretor Chris Columbus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Ora, retomemos o percurso, em uma primeira oportunidade nos deparamos com a filosofia de David Hume, e uma tentativa de demonstrar através de análise de exemplos, que o filme Percy Jackson e o Ladrão de raios, baseado no livro de Rick Riordan, e a obra clássica Teogonia a origem dos deuses, principal referência para as figuras do imaginário da mitologia grega, um fio condutor entre eles, que por sua vez nos daria abertura para um diálogo entre metafísica, a partir do tema da imaginação, e as figuras encontradas no filme, que data de 2010. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Nossa inclinação é indicar que as afirmações de David Hume de que as figuras da imaginação associam de uma forma ou de outra elementos, características, da experiência sensível. Podendo, a atividade da imaginação, aumentar, associar, diminuir, caricaturar, como própria dinâmica do pensamento, os dados fornecidos pelos sentidos. Os elementos da natureza tornadas divindades na obra de Hesíodo, e que o filme em questão dá relevo e imagem, nas figuras de Poseidon, dos mares, e Zeus, dos raios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2010/01/medusa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://percyjacksonbr.com/wp-content/uploads/2010/01/medusa.jpg" width="419" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/relampagos/imagens/relampago-12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="454" src="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/relampagos/imagens/relampago-12.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.iluminuras.com.br/v1/admin/imagens_capas/8585219319.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://www.iluminuras.com.br/v1/admin/imagens_capas/8585219319.jpg" width="428" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yn2x3Se59-0/Tb0x7Au5ziI/AAAAAAAAAUI/xTxd8SFsT6o/s1600/Percy+Jackson+e+os+Olimpianos+-+O+Ladr%25C3%25A3o+de+Raios+de+Rick+Riordan.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-yn2x3Se59-0/Tb0x7Au5ziI/AAAAAAAAAUI/xTxd8SFsT6o/s640/Percy+Jackson+e+os+Olimpianos+-+O+Ladr%25C3%25A3o+de+Raios+de+Rick+Riordan.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://osolimpianos.files.wordpress.com/2009/10/percy-jackson-lightning-poster-01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://osolimpianos.files.wordpress.com/2009/10/percy-jackson-lightning-poster-01.jpg" width="432" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.livrariaresposta.com.br/fotos/8575566946.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://www.livrariaresposta.com.br/fotos/8575566946.jpg" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-1713493190082198292?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/1713493190082198292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=1713493190082198292' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1713493190082198292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1713493190082198292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2011/05/mitologia-grega-david-hume-e-o-ladrao.html' title='Mitologia grega, David Hume e o Ladrão de Raios'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yn2x3Se59-0/Tb0x7Au5ziI/AAAAAAAAAUI/xTxd8SFsT6o/s72-c/Percy+Jackson+e+os+Olimpianos+-+O+Ladr%25C3%25A3o+de+Raios+de+Rick+Riordan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-1014272526175028603</id><published>2011-05-30T11:28:00.000-07:00</published><updated>2011-05-30T12:50:14.565-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Samba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lançamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Laja Records'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trama Virtual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fepaschoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CD'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comando Kalakuta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sem firula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SoulPowerAxéprafrentehc'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mandaumsom'/><title type='text'>Fepaschoal &amp; Comando Guatemala: Barbarizô geral!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-k40HjkDQIkw/TePRlQQHMHI/AAAAAAAAA0w/4scik0pTB1w/s1600/cmdo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="356" src="http://2.bp.blogspot.com/-k40HjkDQIkw/TePRlQQHMHI/AAAAAAAAA0w/4scik0pTB1w/s400/cmdo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;No percurso de 2010, neguin acessava o &lt;i&gt;my space&lt;/i&gt; do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/fepaschoal"&gt;FP_CMDO_Guatemala&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt; e via lá: “Gravando-ES/Brazil”. Isso até bem pouco tempo atrás. Daqui a pouco mermão: chega assim, na mulera, o link via facebook, do registro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;a href="http://expurgacao.wordpress.com/2010/12/30/cmdo-guatemala/"&gt;&lt;b&gt;Fepaschoal e Comando Guatemala&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; Pra fulano que se amarra no som, bolação geral! Pra começar a assimilar algo? Pelo menos umas três camadas de audição: arranjos, composições, letras, gravação, volume, na medida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;O batidão é bruto, eclodindo toda veia criativa do núcleo/movimento cultural &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;a href="http://expurgacao.wordpress.com/2010/11/17/noareterio-expurgacao/"&gt;&lt;b&gt;Expurgação&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Mr. &lt;a href="http://mboi.tumblr.com/"&gt;Boi&lt;/a&gt; batera (que também assina a arte visual do álbum), Arthur Navarro no baixo e efeitos, Alexandre Barcelos ("&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cabriocoreman"&lt;/i&gt; ) guitarras, e Fepaschoal em suas composições e toques de arranjos, além de mandar seus riffs nas guitarras, sopros no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Didjeridu"&gt;didjeridu&lt;/a&gt;, acordes no cavaco em “Corda embolada” pra lá de Cartola, vale a pena conferir.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Além, é claro, de participações da fina estampa de jovens músicos e cantoras que assumem o coral e o homem do saxofone que quando chega em “Guapa chica”, “escucha a Guapa Chica mia... para bailar....”, explode a ambientação sonora com o sax que chega tomando a guia da faixa, se avolumando sobre os arranjos da banda. Em “Império do Empírico” então, a batida tribal &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dinamitando&lt;/i&gt;&amp;nbsp; colada com a tensão do saxofone somando de bônus o refrão: “Que ele está acima, acima/ Ah! Se isso matasse! Ah se isso matasse!/ Que ele está acima, acima/ Ah! Se isso matasse! Ah se isso matasse!”, com o coral realmente em cima! Segundo o próprio Fepas, a canção "Império do Empírico" é uma espécie de &amp;nbsp;"&lt;i&gt;SoulPowerAxéprafrentehc&lt;/i&gt;, como me disse um amigo."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Na vero, simplesmente &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Shutê Geral&lt;/i&gt; o disco!! A experimentação sonora levada às graças do público através de parceria com a Jurássica Laja Records, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“figura rítmica e política na era atômica”:&lt;/i&gt; Mozine, Moz, isso mesmo, o cara do conceito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/noticia/2011/01/faixa-a-faixa-cmdo-guatemala"&gt;“faixa a faixa”&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;, dando a pilha pra &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Fepilha&lt;/i&gt; pra mandar um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;poca pala &lt;/i&gt;&amp;nbsp;sobre cada faixa do álbum em virtude do lançamento no portal Trama, com foto de Chico W. &lt;a href="http://www.laja.com.br/"&gt;Laja Records&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://twitter.com/#!/comandokalakuta"&gt;Comando Kalakuta&lt;/a&gt; na conexão &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;vibesambanoisecorenóia.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;P&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;arceragem&lt;/i&gt; que se consuma na faixa “Planador”: vai lá Moz em seus ruídos vocais fazer um barulho com o coletivo Comando Guatemala segurando a batida seguida de um arranjo de cavaquinho&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;, e &lt;/i&gt;que acabam de nos oferecer, como um todo, uma grande &lt;i&gt;zonzera lex brute&lt;/i&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Em uma tiragem de 1000 cópias, &lt;a href="http://www.fepaschoal.com.br/"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;FePaschoal e Comando Guatemala&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;barbarizô&lt;/i&gt; geral! Quanto às referências que poderíamos aqui, somente a título de associação de ideias por meio do entendimento, sobretudo para instigar o ouvinte da boa música, o CD em questão arrisca alto na estética da música “sem firula”, com um álbum que chega na medida da articulação bruta: qualidade de composição e gravação, letras, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;swingada&lt;/i&gt;,&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;batida&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;e é com grande ânimo que nos chega este lançamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;Girando entre a autoria e referências misturadas na mente e nas mãos sobre instrumentos e equipamentos, durante anos ouvindo e tocando, a galera do Comando rebate e cola no pé do ouvido arranjos muito precisos: Calipso, Jazz, Afrobeat, Rock, Mambo, Samba, Funk, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Drum’s and xote&lt;/i&gt;, soul, groove, Jorge Ben, Alceu Valença (da fase das músicas “Vou danado pra Catende”, “Planetário” ou "Espelho Cristalino" que até já foi tocada ao vivo), além de muita referência e apreço pelo mestre Féla Kuti, algo inconsciente de Nereu Samba Power, Trio Mocotó, Mundo Livre S/A e Nação Zumbi, Comando Kalakuta &amp;amp; sobretudo: Coletivo Expurgação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;A título de darmos nomes aos “bois”, poderíamos aqui sintetizar rapidamente, como destaques, as faixas “Guapa chica”, que abre o disco, “Império do empírico”, “Adão” e “Saci Solucion”, que encerra a peça. O que nos recua o ouvido neste registro, em algumas camadas de audição, nos leva para uma estética de linguagem que migra entre o concretismo e a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fuleragem&lt;/i&gt;, o empirismo e o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;flerte da manguaça&lt;/i&gt;, colagens de palavras e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;poema Brasil, &lt;/i&gt;Manifesto da tensão e da pindaíba (“Sem dinheiro hoje e nem amanhã!” ouvimos em "Saci Solution") além de pitadas da estética do "&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fica atento que a corrida é ligeira."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;E no som, as composições giram entre o samba &amp;amp; o noise, aquele frevo trava perna, ambientações sonoras com didjeridu e saxofone, juntamente com marcações de guitarra viscerais e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;sussegadas,&lt;/i&gt; sem firula, entre cordas de cavaquinho nem sempre tão “emboladas”, porém na medida, ecoando sopros graves com o didjeridu de pvc, bem como, naquela atmosfera sonora na base da marcada do triângulo acelerado e no equilíbrio circular do som, como é o caso da faixa “Carapaça”, além do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;batmacumba&lt;/i&gt; ligeiro na cadência do ritmo da capoeira de Angola na batera encontrado na faixa “Adão”. Pesado. E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;coando batidas de uma capoeira de Angola com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;refrão poema matemático redondo,&lt;/i&gt; iniciando a letra da canção "Adão" com expressões contíguas, palavras juntas sem conectivos: “Bate cabeça Adão/ cabeça bate mané/ bota cabeça no chão/ e troca ela com os pé/ Bate cabeça Adão/ cabeça bate mané/ bota cabeça no chão/ e troca ela com os pé”, com o coral de musas garantindo, Aline Hrasko na participação, sem imagem só no som, e segue o método da palavra contígua: “Sorri sorrindo Firula”, muito boa essa faixa!&amp;nbsp;Tudo isso equilibrando a tensão e leveza do clima das ondas sonoras. O álbum certamente surpreende.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua'; font-size: large;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;Finalizando bombê shutê &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;geral, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;firulô num firulô &lt;/i&gt;é isso e ponto. Vale a pena conferir o coral, as participações e experimentações sonoras registradas neste visceral disco, que nos aparece como um movimento musical de grande importância criativa, estímulo e manifesto, misto de Olodum com Trio Mocotó com arranjos pra lá de Morphine no saxofone, e aquele batidão acompanhado por aquela guitarra &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;wah wah&lt;/i&gt; percursiva, com suas oscilações de volume, efeitos e mixagens na medida, música dançante, registro autêntico: folia no pop space! Soulpower na escriba &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;poca pala&lt;/i&gt; que o filho é do Comando Kalakuta. Se liga nesse &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/fepaschoalalal"&gt;som&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://0.gvt0.com/vi/Xq4T7PGFvMA/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Xq4T7PGFvMA&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/Xq4T7PGFvMA&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-1014272526175028603?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/1014272526175028603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=1014272526175028603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1014272526175028603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1014272526175028603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2011/05/fepascoal-comando-guatemala-barbarizo.html' title='Fepaschoal &amp; Comando Guatemala: Barbarizô geral!!!'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-k40HjkDQIkw/TePRlQQHMHI/AAAAAAAAA0w/4scik0pTB1w/s72-c/cmdo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-69217181697644896</id><published>2011-05-15T16:36:00.000-07:00</published><updated>2011-05-21T06:48:55.801-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa filosofia e literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PENSAMENTO NO BRASIL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rubem Fonseca'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COM O CÉREBRO ENTRE OS TRÓPICOS'/><title type='text'>O homem que comia diamantes: a fantasmagoria do arcaico sobre o moderno</title><content type='html'>&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.booooooom.com/wp-content/uploads/2010/01/alexissemtner_02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="355" src="http://www.booooooom.com/wp-content/uploads/2010/01/alexissemtner_02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;“... uma certa defasagem cronológica na &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;importação de conceitos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;e doutrinas pela elite intelectual brasileira &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;poderia explicar por que certas idéias, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;mesmo as mais poderosas ou prometéicas, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;dão a impressão de se encontrar um pouco fora&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;de seu lugar ou deslocadas em &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;seu tempo de realização efetiva.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.05pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Paulo Roberto de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="margin-right: 11.0pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoTitle" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;A perspectiva aqui trata-se de nos lançamos ao risco do pensar pelos trópicos distante daquele viver “parasitáriamente à beira do Atlântico dos princípios civilizadores elaborados na Europa” &lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; em expressão de Euclides da Cunha. Por nossas terras, interessa-nos aqui demarcar que o que atende pela alcunha de moderno ou pós-moderno, ainda não se dissipou de todo da fantasmagoria do arcaico.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;Para nos situarmos melhor acerca do problema da extensão por nossas terras do signo do moderno ou pós-moderno, iremos não sem desvios ao encontro da alegoria indicada ao nome deste breve artigo. A encontramos na literatura, que se fez mais pensamento em nossas terras que filosofia, tratada em certo tom de ironia, por exemplo, por nomes como Rubem Fonseca. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Não sem propósito a filosofia, em sua origem européia, no conto &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A arte de andar nas ruas do Rio de Janeiro&lt;/i&gt; é tratada em um tom de ironia. Na medida em que filosofia e pensamento no Brasil, em nosso raio histórico têm sido tomados por aquele fascínio “à frase rara, ao verbo espontâneo e abundante, à erudição ostentosa, à expressão rara” &lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; , como nos afirma Sérgio Buarque em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Raízes do Brasil. &lt;/i&gt;É o pensamento como adorno, como a pena de pavão, deslocada de seu habitual lugar.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Em trabalho de nome &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Estética e Extética – Crítica Literária e Pensamento no Brasil, &lt;/i&gt;Bajonas Brito nos indica que uma vez&amp;nbsp; “Feita desde o início supérflua, à filosofia restou apenas associar-se as lides do adorno.”&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftn3" name="_ftnref3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; É neste sentido que se inscreve o tom de ironia que Rubem Fonseca atribui à filosofia no Brasil:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 34.0pt; margin-right: 34.0pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;“Augusto está sentado num banco, ao lado de um homem que usa um relógio digital japonês num dos pulsos e uma pulseira terapêutica de metal no outro. Aos pés do homem está deitado um cão grande, a quem o homem dirige as suas palavras, com gestos comedidos, parecendo um professor de filosofia a dialogar com seus alunos numa sala de aula...” &lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftn4" name="_ftnref4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;Nesta direção, literatura e pensamento no Brasil podem nos abrir valiosos caminhos para uma interpretação acerca de nossa experiência histórica. A alegoria a que estávamos nos referindo anteriormente, a encontramos em outra obra de Rubem Fonseca de nome &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vastas emoções e pensamentos imperfeitos, &lt;/i&gt;um homem que para viver tem a necessidade orgânica de comer diamantes, isso mesmo, comer diamantes, estamos nos referindo ao emblemático Alcobaça, líder do grupo de contrabandistas de pedras preciosas, emblema que nos afeta por mediação de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;espanto&lt;/i&gt; e curiosidade na medida em que se trata de uma anedota, um delírio, ou antes mesmo um devaneio, pensarmos em um homem que come diamantes para manter-se vivo!!!!. &amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;O aparecimento do homem que comia diamantes é também o aparecimento do pensamento como delírio, isto é, do pensar que ganha seus contornos e precisão por mediação do devaneio, e que ganha lugar e forma no romance de Rubem Fonseca. Assim lemos na enunciação de Alcobaça acerca de sua irrefreável necessidade de consumir diamantes, quando da oportunidade em que o narrador anônimo é seqüestrado pelos contrabandistas que acompanham Alcobaça à procura das pedras preciosas que estavam no “embrulho de papel pardo” levado por aquela mulher que subitamente aparece ao início do romance como sendo perseguida:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 34.0pt; margin-right: 34.0pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large; font-weight: normal;"&gt;“Alcobaça sentou-se na poltrona, de olhos fechados. Estava mais pálido do que nunca. Ficou uns dois minutos com ar de morto. Depois disse: “Sou dominado por uma estranha patologia, uma ruptura da harmonia interna do meu corpo, de etiologia desconhecida”. Uma pausa. “Minha vida daria um filme.” &lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftn5" name="_ftnref5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle" style="margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 34.0pt; margin-right: 34.0pt; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Ora, não é esta “estranha patologia” que afeta nossas elites desde a colonização ibérica até o nosso raio histórico no seu trato com a natureza? Este trecho do romance de Rubem Fonseca mesmo tratando do Brasil contemporâneo, remete-se, desde a ótica de Alcobaça, ao modo de exploração da natureza comum ao Brasil arcaico, colonial, natureza de onde se extrai o máximo de riquezas sem nada retribuir, fundado historicamente no uso do fogo sob extensão do monocultivo para exportação... Daí não podermos pensar no emblema de Alcobaça como algo desvinculado de nossa mais arcaica experiência histórica, uma vez que um dos traços do modo de exploração de nossas elites em seu trato com a natureza no raio destes cinco séculos, trata-se justamente da extração das riquezas materiais de forma extremada, predatória e sem limites.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Isto é, o aparecimento do homem que comia diamantes no romance de Rubem Fonseca deve ser tomado como o ponto de acordo e cumplicidade entre o arcaico e o moderno em nosso raio histórico, daí que o emprego do conceito de modernidade comum à experiência européia, ser algo, de certo modo, incongruente e ambíguo quando transportado de modo mecânico para a experiência brasileira. Nesta direção, o arcaico e o moderno convivem desde certa proximidade, a saber, desde certo conluio fundado em uma ausência de tensão entre esferas que a princípio nos parecem opostas.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Os sertões&lt;/i&gt;, Euclides da Cunha, Nota preliminar, 23ª. Edição, Rio de Janeiro 1954.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; Sérgio Buarque, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Raízes do Brasil&lt;/i&gt;, p. 83.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftnref3" name="_ftn3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; Bajonas Brito, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Estética e extética: Crítica literária e pensamento no Brasil&lt;/i&gt; (não – publicado).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin-right: 51.05pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftnref4" name="_ftn4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; Rubem Fonseca, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A arte de andar nas ruas do Rio de Janeiro&lt;/i&gt;; Contos Reunidos, p. 605 e 606. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn5" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Soul%20Power/Meus%20documentos/My%20eBooks/COM%20O%20C%C3%89REBRO%20ENTRE%20OS%20TR%C3%93PICOS%20-%202008.7.3.doc#_ftnref5" name="_ftn5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; Rubem Fonseca, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Vastas emoções e pensamentos imperfeitos&lt;/i&gt;. Círculo do Livro S. A. São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-69217181697644896?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/69217181697644896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=69217181697644896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/69217181697644896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/69217181697644896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2011/05/o-homem-que-comia-diamantes.html' title='O homem que comia diamantes: a fantasmagoria do arcaico sobre o moderno'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-6711765233567492218</id><published>2011-05-15T12:46:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T16:48:32.199-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEMORANDO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ORQUESTRA MANGUEFÔNICA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='COM O CÉREBRO ENTRE OS TRÓPICOS'/><title type='text'>MEMORANDO: Orquestra Manguefônica</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/6J2AFLTArPU/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6J2AFLTArPU&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/6J2AFLTArPU&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/3Wa8yaTr9wI/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3Wa8yaTr9wI&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/3Wa8yaTr9wI&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Um acontecimento memorável, um instante de infinitude, isso mesmo, nada mais nada menos que a mais bem sucedida aliança do baque solto e do baque virado: Nação Zumbi e Mundo Livre S/A juntos no mesmo palco!! Como assim? Tal aliança atendia pela alcunha de &lt;i&gt;Orquestra Manguefônica&lt;/i&gt;. Local: Circo Voador, noite de 2 de abril de 2005, sábado. Objetivo dos mangueboys: em homenagem ao eterno Chico Science, tocar o álbum &lt;i&gt;Da Lama ao Caos&lt;/i&gt; praticamente na íntegra e fixarem sua marca indelével na memória de um público sedento por ouvir e ver a aliança mais poderosa surgida nos trópicos na história da música. A abertura ficou por conta de seus conterrâneos Mombojó, jovens rapazes que traziam algo como um flerte da bossa com o groove, contando com a participação, ao final da apresentação, de China do Sheik Tosado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Enfim, passado o percurso da viagem até a cidade de Jorge Ben e Picassos Falsos, para não nos estendermos muito, embora transbordando ansiedade e voracidade através de ouvidos e olhos, estávamos lá, na espreita do que nenhum relato pode tornar conciso, Orquestra Manguefônica meus caros!! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Subitamente um repentista aparece no palco, é o prenúncio dos mangueboys, com a linguagem sendo dosada a golpes de martelo, é anunciada a entrada do groove, do funk, do protesto sujo de lama e vivo, muito vivo, depois de muitos ataques dos urubus e alvo de inúmeros “mísseis desgovernados”. Inicia-se a introdução de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Monólogo ao pé do ouvido&lt;/i&gt;, Fred 04 de posse de seu cavaquinho assume os vocais, “Modernizar o passado é uma evolução musical, cadê as notas que estavam aqui, não preciso delas, basta deixar tudo soando bem aos ouvidos”, quando braços em punho cerrados se levantam para cantar em coro: “Viva Zapata, viva Sandino, viva Zumbi, Antônio Conselheiro, todos os panteras negras, Lampião sua imagem e semelhança, eu tenho certeza eles também cantaram um dia”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;É dado o sinal para que mangueboys tomem seus postos, duas baterias, percussão, três tambores, a pungente guitarra de Lúcio Maia.... &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Banditismo por uma questão de classe&lt;/i&gt; torna-se um cadenciado funk-groove, com o negão Gilmar Bola 8 nos vocais, para só então Jorge Du Peixe assumir &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Rios, Pontes &amp;amp; Overdrives&lt;/i&gt;. Subitamente, Lúcio Maia, do lado direito do palco para o público, solta um fulminante riff irreconhecível de guitarra, a Orquestra acompanha, o mais atencioso ouvinte estranha a levada, quando de repente Jorge Du Peixe entra com a letra de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A cidade&lt;/i&gt;, como se não bastasse, o groove continua, com Fred 04 sem aviso prévio tomando um dos microfones a cantar trechos de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Guns of Brixton&lt;/i&gt; do Clash. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A cidade&lt;/i&gt; tornara-se groove session, Du Peixe retoma os vocais e vai de&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; A message to you Rudy&lt;/i&gt;, “Rudy, a message to you, Rudy”, dos Specials (composição de Lee "Scratch" Perry/Lee Thompson), em seguida, evoca o Ben com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ponta de lança africano (umbabarauma)&lt;/i&gt;. A esta altura já estava indicado que as versões de estúdio das canções de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Da Lama ao Caos&lt;/i&gt; tinham passado por incríveis,&amp;nbsp; maturadas e constantes mutações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt;A praieira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Garamond;"&gt; tornou-se um flutuante e equilibrado ska. Em seguida, Marcos Matias do fundo do palco, imponente com seu tambor em punho, subitamente assume a regência quando o assunto é samba, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Samba Makossa&lt;/i&gt;, a intensidade vai aumentando na medida &lt;st1:personname productid="em que Pupillo" w:st="on"&gt;em que Pupillo&lt;/st1:personname&gt; vai acelerando os galopes de sua bateria sob as rédeas do pandeiro de Toca Ogan, até que o groove da Orquestra dá os seus saltos, “Cerebral, é assim que tem que ser, maioral, é assim que é, mão na cabeça e um foguete no pé”, agarra o público um fragmento do samba-groove com as vozes em coro, enquanto chão de Circo Voador é trampolim para a “Ladeira do limiar do gosto pelo infinito, já querendo o depois”, em expressão de Du Peixe. Lúcio, ao final de Makossa, troca de guitarra, o “depois” atende pela alcunha de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Da lama ao caos&lt;/i&gt;, &lt;st1:personname productid="em sua Tsunami" w:st="on"&gt;em sua Tsunami&lt;/st1:personname&gt; version, é a Cavalaria Manguefônica deixando o seu rastro a golpes de martelo. “Mais uma música nova aê” dizia Du Peixe a cada passagem de uma música para outra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;O arsenal do Mundo Livre não poderia deixar de fazer sua intervenção, começando sua andada com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Livre Iniciativa&lt;/i&gt;, que deixara sua versão samba-groove de estúdio ao encontro de sua Manguefônica version, em que só no refrão: “Samba esquema noise!!”, é o público que aguardava o estouro do groove, nocauteado pelo conluio entre samba e reggae, com o cavaquinho de Zeroquatro marcando o swing da levada. Em seguida, a Orquestra vai de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Manguebit&lt;/i&gt; com 04 na regência, que no breque evoca &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;London Calling&lt;/i&gt; do Clash, com Dengue no baixo chamando pra si a regência martelada da Manguefônica, para só então encerrar a canção com o retorno à enérgica &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Manguebit&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Na seqüência, o no início sorrateiro e em seguida fulminante &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Salustiano song&lt;/i&gt;, é responsável por poupar as vozes dos mangueboys, abrindo destaque para a harpa Manguefônica de Lúcio Maia, para só então Du Peixe retornar à regência com &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Antene-se&lt;/i&gt;: “Sou, sou, sou, sou, mangueboy! Recife cidade do mangue, onde a lama é a insurreição, onde estão os homens caranguejos,..., procure antenar boas vibrações”. Com antena manguebólica dissipando boas vibrações através das ondas eletroafrociberdélicas sobre o infinito, abre-se espaço para o canto do outro lado do mundo para a amada &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Risoflora&lt;/i&gt;, é o caranguejo de andada deixando o seu rastro solitário: “E em vez de cair em tuas mãos preferia os teus braços, e em meus braços te levarei como uma flor, pra minha maloca na beira do rio, meu amor!”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Como uma cavalaria que vem ao longe e vai impondo seu ensurdecedor volume e medida ao passo que vai chegando, aparece o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lixo do Mangue&lt;/i&gt;, Pupillo e companhia soltam os braços, enquanto Gilmar Bola 8 vem como um lutador de boxe do fundo do palco largando o seu tambor para assumir com voracidade os vocais: “Vamo se embora que o mundo arrudiô, e se eu ficar aqui parado eu não vô, me diz que som é esse que vem de Pernambuco.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Mais uma intervenção do Mundo Livre S/A na Orquestra Manguefônica: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pastilhas coloridas&lt;/i&gt;, “Como se não houvesse lugar pra nós na Nação Zumbi”, canta Zeroquatro. &lt;st1:personname productid="Em Coco Dub" w:st="on"&gt;Em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Coco Dub&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; (Afrociberdelia)&lt;/i&gt;, Black Alien é convidado ao palco, Toca Ogan entra em transe afastando-se dos instrumentos e ocupando o centro das atenções com seus malabarismos corporais, enquanto 04 evoca trechos de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Guns of Brixton&lt;/i&gt; aos microfones e amplificadores bem ajustados, calibrados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Garamond; font-size: large;"&gt;Embora &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Maracatu de tiro certeiro&lt;/i&gt; tenha ficado de fora dos sons, após passagem de Orquestra Manguefônica diante de olhos e ouvidos famintos, cair em si insistiu em se afastar de ouvidos, olhos ensolarados em noite tranqüila, espírito eletrizado no burburinho que ecoava da multidão, apenas instante de infinito deixando seu rastro por demais crivado em memória, é isso aê!! Longa vida aos caranguejos com cérebro!!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoEndnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-6711765233567492218?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/6711765233567492218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=6711765233567492218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/6711765233567492218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/6711765233567492218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2011/05/memorando-orquestra-manguefonica.html' title='MEMORANDO: Orquestra Manguefônica'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-4640660786932219153</id><published>2010-10-06T02:15:00.000-07:00</published><updated>2011-05-20T06:12:31.454-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projetos Educacionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cibernética 37: Usuário Cibernético Blog Portal de pesquisa e produção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação e Tecnologia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div id="header-about" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large; letter-spacing: -1px; line-height: 30px;"&gt;&lt;b&gt;Do grafite ao bit: sobre o projeto&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large; letter-spacing: -1px; line-height: 30px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;CIBERNÉTICA 37&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="entry" style="color: #333333; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; padding-bottom: 30px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; font-size: 13px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKw8VxTkGeI/AAAAAAAAAtc/iwXwI8cXUsM/s1600/album-computer-world.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKw8VxTkGeI/AAAAAAAAAtc/iwXwI8cXUsM/s400/album-computer-world.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKw8PIk8tLI/AAAAAAAAAtY/IlHl0RhaB1E/s1600/lapis4e1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="290" src="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKw8PIk8tLI/AAAAAAAAAtY/IlHl0RhaB1E/s400/lapis4e1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px; line-height: 20px !important; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 8px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Se o lápis ainda exerce grande poder sobre nossa forma de aprender, o dígito e a imagem através de um micro em nossos dias também exerce grande força: nasce o caderno digitalizado. Um portal de registros de produções pesquisas e textos de jovens do ensino médio e segmento EJA, muito trabalho nas configurações, orientações de postagens, porém o resultado tem causado espanto e curiosidade em aprender manusear nossa criação e estimular a dos outros. Realizando portanto aquele movimento que vai da pressão do grafite das lapiseiras sobre o papel até o bit e o pixel de um computador.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px; line-height: 20px !important; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 8px; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usuário Cibernético&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 13px; line-height: 20px !important; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 8px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 8px; text-align: right;"&gt;confira &amp;nbsp;o blog em atividade desde 2009&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cibernetica37.wordpress.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;http://cibernetica37.wordpress.com/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="header-about" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="header-about"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 13px; letter-spacing: normal; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 33px; letter-spacing: -1px; line-height: 33px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-4640660786932219153?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/4640660786932219153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=4640660786932219153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4640660786932219153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4640660786932219153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/10/do-grafite-ao-bit-sobre-o-projeto.html' title=''/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKw8VxTkGeI/AAAAAAAAAtc/iwXwI8cXUsM/s72-c/album-computer-world.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-2304518608789939352</id><published>2010-10-03T12:50:00.000-07:00</published><updated>2010-10-03T12:53:30.828-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='uso das novas tecnologias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projeto Educacional'/><title type='text'>Filosofia Tensa agora no Twitter</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold'; font-size: 20pt;"&gt;FILOSOFIA WEB TENSA ATAACK&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic'; font-size: 14pt;"&gt;Agora as postagens realizadas em&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold'; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://miniblog.limao.com.br/filosofiatensa"&gt;http://miniblog.limao.com.br/filosofiatensa&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdjIXjewI/AAAAAAAAArc/oij557HtUcc/s1600/images+(4).jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdjIXjewI/AAAAAAAAArc/oij557HtUcc/s1600/images+(4).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold'; font-size: 14pt;"&gt;Ganham sua versão Twitter!!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;a href="https://twitter.com/filosofiatensa"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;https://twitter.com/filosofiatensa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdqj-NSbI/AAAAAAAAArg/4AFxifKodhU/s1600/resized_eye_bigger.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdqj-NSbI/AAAAAAAAArg/4AFxifKodhU/s320/resized_eye_bigger.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;O Projeto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Filosofia Tensa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;que teve sua oficina pública em 18 de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;setembro deste ano na escola Dr. José Moisés &lt;/span&gt;&lt;st1:personname productid="em Cariacica. Após" w:st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;em Cariacica. Após&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;uma tentativa frustada de criação da página do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;mini blog limão, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;conversa com o aluno Claudiano, achamos por bem explorar os&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;recursos do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;twitter.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Aí está, o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,BoldItalic';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;twitter &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;das postagens dos alunos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'BookmanOldStyle,Bold';"&gt;&lt;a href="https://twitter.com/mandaumatensa"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;https://twitter.com/mandaumatensa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdvDd3eDI/AAAAAAAAArk/YTIG28koktU/s1600/images+(1).jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdvDd3eDI/AAAAAAAAArk/YTIG28koktU/s320/images+(1).jpg" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-2304518608789939352?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/2304518608789939352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=2304518608789939352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/2304518608789939352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/2304518608789939352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/10/filosofia-tensa-agora-no-twitter_03.html' title='Filosofia Tensa agora no Twitter'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TKjdjIXjewI/AAAAAAAAArc/oij557HtUcc/s72-c/images+(4).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-7841433803193135365</id><published>2010-09-12T16:39:00.000-07:00</published><updated>2010-09-12T16:42:13.990-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Álbum Imagens web Filosofia tensa mini blog'/><title type='text'>FILOSOFIA TENSA:  álbum</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://goo.gl/photos/Xxbv" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://lh5.ggpht.com/_l69eKZ7xxEw/TI1eMYQTAaE/AAAAAAAAArM/XQSXgZdkZGE/s160-c/FilosofiaTensaAlbum.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/delasoulbeat/FilosofiaTensaAlbum#"&gt;http://picasaweb.google.com.br/delasoulbeat/FilosofiaTensaAlbum#&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-7841433803193135365?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/7841433803193135365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=7841433803193135365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/7841433803193135365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/7841433803193135365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/09/filosofia-tensa-album_12.html' title='FILOSOFIA TENSA:  álbum'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_l69eKZ7xxEw/TI1eMYQTAaE/AAAAAAAAArM/XQSXgZdkZGE/s72-c/FilosofiaTensaAlbum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-8784357983196972957</id><published>2010-08-12T19:36:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T06:45:41.706-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeo experimento imagem pensamento aforismos slides em movimento filosofia imagem pensamento fotografia - remix asian dub foundation - return of Django abraaosoulpower'/><title type='text'>FILOSOFIAIMAGEMPENSAMENTO (vídeo e áudio remix @abraaosoupower)</title><content type='html'>&lt;object height="344" style="background-image: url(http://i3.ytimg.com/vi/26bYMzk6GFo/hqdefault.jpg);" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/26bYMzk6GFo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/26bYMzk6GFo?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" width="425" height="344" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;Vídeo produzido a partir de ensaios fotográficos produzidos em 2009 juntamente com slides com aforismos e imagens sobre filosofia, estes produzidos em 2010, além de imagens buscadas na web, utilizando uma tentativa de relação entre imagem e pensamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;O vídeo&amp;nbsp;ainda contou com uma mixagem de uma canção do grupo "Asian Dub Foundation", "Return of django", trilha sonora de peso!&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;Recursos materiais: uma câmera fotográfica 5.0 mega pixels um computador não muito velho e surrado, e...sobretudo, UMA IDEIA NA CABEÇA E UM ENTER NA MÃO.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0px; text-align: justify;"&gt;Programas utilizados:&amp;nbsp;&amp;nbsp;o Windows Movie Maker e um editor de fotos do Windows, e o editor de áudio do próprio windows.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-8784357983196972957?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/8784357983196972957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=8784357983196972957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8784357983196972957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8784357983196972957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/08/filosofiaimagempensamento-video-e-audio.html' title='FILOSOFIAIMAGEMPENSAMENTO (vídeo e áudio remix @abraaosoupower)'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-8879449141759617244</id><published>2010-08-10T14:11:00.000-07:00</published><updated>2010-10-01T05:50:00.023-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia tensa o conceito fragmentos aforismos nova linguagem filosofia dos pré-socráticos insight Introdução à filosofia História da filosofia criação'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-family: Tahoma; font-size: 26pt;"&gt;Filosofia tensa: o conceito: fragmentos, aforismos, frases curtas, insight&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TGG_7SWY8QI/AAAAAAAAApA/JIUYkhqNX-s/s1600/Linear_B.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TGG_7SWY8QI/AAAAAAAAApA/JIUYkhqNX-s/s640/Linear_B.jpg" width="507" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Antigo sistema de escrita usado em Creta (por volta do século IV A.C.)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Abraão Carvalho é:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 24px;"&gt;&lt;a href="http://miniblog.limao.com.br/filosofiatensa"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;http://miniblog.limao.com.br/filosofiatensa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #303b28; font-family: Georgia,'Times New Roman',sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;O conceito do que se convencionou pela expressão FILOSOFIA TENSA é a inauguração de uma nova linguagem e apreensão de uma forma de escrever e pensar que já estava ocorrendo a algum tempo na grande cidade, ruas e diálogos ao acaso ou por rotina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Por outro lado, vale ressaltar que a forma original pela qual @filosofiatensa se manifesta retoma inconscientemente, e somente depois de sua criação percebido, o quanto a sua linguagem se aproxima muito do modo formal e original da filosofia dos pré socráticos, ou dos filósofos da natureza, que escreviam em forma de “fragmentos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Segundo artigo de Nietsche a partir dos fragmentos do pré-socrático Heráclito, que para Aristóteles apresentava-se como a “mais radical das doutrinas”, li isso bem depois, havia uma afirmação de que os fragmentos dos filósofos pré-socráticos ou filósofos da natureza, era feito desta forma, pois a técnica da escrita era feita em pedra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Isso mesmo, esculpida em pedra! E neste período poderíamos até afirmar ter sido uma geração que acompanhara a escrita no período tardio dos ideogramas, que eram imagens que representavam ideias encontradas em cavernas de povos mais antigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Assim, os fragmentos dos primeiros filósofos gregos, eram fragmentos que provocaram muitas ideias que impulsionaram o desenvolvimento da história da filosofia e ainda nos dia de hoje não foi esquecida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Por definição encontrada em dicionário, fragmento significa: “Partes que restam de textos artísticos, filosóficos ou científicos perdidos ou destruídos: Exemplo: Ele traduziu alguns dos fragmentos dos filósofos pré-socráticos.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 19px;"&gt;Isso me fez pensar que o conceito de FILOSOFIA TENSA embora possa nos parecer algo extremamente novo, disso não há dúvida, ainda assim deve ter em vista esta raiz história da linguagem do mundo ocidental, dito de um modo mais preciso, a filosofia tensa tem como uma de suas referências o modo como os filósofos primeiros expressavam suas ideias, através de fragmentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 19px;"&gt;Em outro nível de compreensão, modernamente, o filósofo Hegel, para o qual seu sistema lógico valeu-se muito de um dos pré-socráticos, Heráclito, dizia Hegel sobre ele: “Não existe frase de Heráclito que eu não tenha integrado em minha lógica”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 19px;"&gt;Retomando o fio, o filósofo Hegel nos indicou uma aproximação íntima entre conceito e linguagem, assim a noção de fragmento evoca primordialmente, na história da filosofia, o vínculo entre conceito e linguagem. A frase do filósofo que resultou no argumento anterior reside na seguinte passagem: “Em toda enunciação e percepção da experiência e sempre que o homem fala, já se manifesta em tudo isto um conceito, nem se pode impedir que aí esteja, renascido na consciência.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 19px;"&gt;Sobretudo, diante do problema&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;MANDA UMA TENSA AÍ?&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;O problema inaugural para este projeto, abriga-se na possibilidade de retomar e criar, um modo de pensar que tenha seu impulso ou origem no fragmento, num fragmento pós-socrático, da experiência das atuais populações das grandes cidades, da experiência da linguagem da filosofia tensa, daquilo que nos afeta primordialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Como atestamos por experiência, nem todos os dias aquele fragmento que esperamos, possa aparecer, quando somos abordados, como se fosse um... cumprimento habitual corriqueiro, uma espécie de “bom dia boa noite pra quem tá chegando” e neste clima amigável alguém te perguntar, de repente: MANDA UMA TENSA AÍ?&amp;nbsp; Não se preocupe, se não tiver uma tensa, pra você mandar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Há tempos na história a filosofia tensa esteve adormecida. Ela não é cotidiana, não é diária, não aparece quando queremos às vezes, mas está ali, a palavra sendo tecida até ficar pronta, para agarrar o pensamento e torná-lo conceito, na perspectiva da filosofia tensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Um dos jovens precursores da filosofia tensa quando perguntado sobre o que tinha diante de um assalto, abriu sua mochila e seu caderno surrado em uma folha quase soltando do caderno, tirou seu lápis de um suporte do boné e respondeu: SÓ&lt;i&gt;&lt;b&gt;TENSA&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;QUI. Secamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Por outro lado, outra relação do que estamos desenvolvendo residirá também no sentido e significado da palavra conceito. De acordo com Hegel, em uma única passagem que aqui nos interessa, nos indica que “conceito” significa: “movimento do saber”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;É promover este movimento do saber que resulte num conceito através de uma frase curta, um fragmento, formulado ou retomado de alguma referência, não plagiado, através de algum tema por vezes, que uma filosofia tensa pode surgir e orientar-nos diante de um problema, uma situação, uma cilada, uma elevação da alma, uma constatação cabulosa, um novo neologismo, colagem de palavras, variação do verbo da gramática oficial, diálogo com a tradição filosófica, criação, pensamento em movimento que colabora com a ação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Deste modo, outro termo importante para os conceitos da filosofia tensa residirá também na noção da expressão de língua inglesa “insight”. De acordo com nossa pesquisa na internet a palavra insight significa “&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Ter uma grande idéia, uma verdadeira visão de futuro.” Ou de acordo com o dicionário significa “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;discernimento intelectual, intuição, introspecção”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Deste modo, o conceito de filosofia tensa associa a forma original de pensar dos filósofos pré-socráticos, abrangendo não apenas os elementos da natureza como os nossos antepassados, herança em grande parte da influência da mitologia grega no surgimento e criação do que entendemos hoje por filosofia, já que os filósofos pré-socráticos eram assim classificados por anteriores a Sócrates, e sobretudo, conceitualmente, ao limitarem suas investigações diante do problema da origem de todas as coisas a partir dos elementos da natureza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Tales afirmava que “A água é o princípio de todas as coisas”, algo que as ciências biológicas atestaram modernamente através do conceito da experiência do “ciclo da água na terra”. Heráclito afirmava que “O sol. Preposto e vigia, para definir e arbitrar, revelar e fazerem aparecerem as mudanças e estações, que trazem tudo... Associado ao guia e Deus principal.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Referência aos elementos da natureza, como aparecem nos fragmentos dos filósofos pré-socráticos, de certo que aparecerão nos fragmentos da filosofia tensa, porém sabendo que estamos em outro período da história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Assim, a filosofia tensa apresenta a voz de certos anônimos de nossa era, que aos poucos vão testando seu poder criativo. “Conhecer é criar”, estampa o título do livro do filósofo Gilvan Fogel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Sobretudo, como a palavra insight indica, precisamos de um novo sentido de discernimento, o que é tarefa de cada um, pois como também indicam os significados da palavra insight, podem também ser interpretados por introspecção, que significa “observação dos próprios pensamentos e sentimentos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Assim, o problema principal da filosofia tensa é criar através do conhecimento por meio da observação e reflexão, a formulação de insight’s, fragmentos, frases curtas, aforismos, que significa de acordo com dicionário “sentença moral breve e conceituosa”, “máxima”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;Com a observação de nossos próprios pensamentos e sentimentos, com a devida introspecção, brotará algo de filosofia tensa, tarefa criativa individual, pois como afirma o filósofo Hegel, “a ninguém é dado a pensar por outro”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 18pt; margin-bottom: 1.2pt; text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Bookman Old Style'; font-size: 14pt;"&gt;E quando for perguntado subitamente “MANDA UMA TENSA AÍ?” pense no que poderia ser a sua “máxima”, a sua máxima afirmação que lhe brotar à mente naquele instante. Se não lhe ocorrer a “vistagem” de uma filosofia tensa, é porque a palavra ainda está entrando em acordo com o pensamento, e antes do acordo entre palavra e pensamento, há um duelo entre eles, façamos uma tentativa de conciliação entre palavra e pensamento através dos princípios da filosofia tensa.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-comment-link"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-icons"&gt;&lt;span class="item-control blog-admin pid-981479923" style="display: inline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4233517223016588101&amp;amp;postID=8879449141759617244" style="clear: left; color: #956839; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: underline;" title="Editar postagem"&gt;&lt;img alt="" class="icon-action" height="18" src="http://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif" style="border: 0px none; margin: 0px 0px 0px 0.5em; vertical-align: middle;" width="18" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-8879449141759617244?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/8879449141759617244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=8879449141759617244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8879449141759617244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8879449141759617244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/08/filosofia-tensa-o-conceito-fragmentos.html' title=''/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/TGG_7SWY8QI/AAAAAAAAApA/JIUYkhqNX-s/s72-c/Linear_B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-8305612385009670222</id><published>2010-06-24T07:09:00.000-07:00</published><updated>2010-10-03T19:07:15.047-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Instalação Pamela Reis Galeria Homero Massena 2010'/><title type='text'>Instalação "Nao Lugares" Pamela Reis Galeria Homero Massena 2 de junho a 2 de julho de 2010</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;img border="0" height="453" src="http://lh4.ggpht.com/_l69eKZ7xxEw/TCNmydzX9KI/AAAAAAAAAos/I_2xEYTz7eY/s640/1%20-%20Exposicao%20--%20Nao%20Lugares.jpg" width="640" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-8305612385009670222?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/8305612385009670222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=8305612385009670222' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8305612385009670222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/8305612385009670222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/06/instalacao-nao-lugares-pamela-reis.html' title='Instalação &quot;Nao Lugares&quot; Pamela Reis Galeria Homero Massena 2 de junho a 2 de julho de 2010'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_l69eKZ7xxEw/TCNmydzX9KI/AAAAAAAAAos/I_2xEYTz7eY/s72-c/1%20-%20Exposicao%20--%20Nao%20Lugares.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-3987994855569638959</id><published>2010-05-23T01:00:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T01:20:51.462-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia Ciência Arte Música Experimento Artigo 2008'/><title type='text'>TECNOLOGIA &amp; música pop: o novo em experimento</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_jjHjPrZYI/AAAAAAAAAn8/DFmx06An_hU/s1600/Hidrel%C3%A9trica+Sensorial+II.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_jjHjPrZYI/AAAAAAAAAn8/DFmx06An_hU/s320/Hidrel%C3%A9trica+Sensorial+II.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Música eletrônica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;figura rítmica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;até política&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;na era atômica”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kraftwerk&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dissimular a distância abismal e social existente entre as transformações tecnológicas ocorridas desde o início do século passado até os dias atuais e o acesso restrito a estas transformações, fechado em certa medida em certas condições econômicas para grande parte da humanidade no raio deste último século, vale ressaltar o quanto tais transformações afetaram o modo de vida do habitante urbano e a obra de arte moderna ocidental. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, cabe aqui não deixarmos no esquecimento, que aquilo que nomeamos enquanto tecnologia, de certo, que através de suas transformações bruscas, ocorridas principalmente a partir do início do século XIX, imprimiram historicamente novas formas de percepção sensorial. Deste modo, foi através da intermediação da ciência e da técnica que se abriu para o homem a possibilidade da criação da técnica cinematográfica, que se edifica desde o princípio formal do corte de imagens e sons, e assim sendo, faz-se possível desde a reprodução técnica. A percepção sensorial cinematográfica, se aproxima sobretudo, da percepção fragmentária daqueles que transitam na cidade contemporânea, ora distraidamente, ora tomados e atravessados por um súbito interesse extraordinário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tendo a dimensão de que a arte cinematográfica caminhou rumo ao aperfeiçoamento da utilização das técnicas audiovisuais, foi também por mediação da tecnologia que se abriu para o homem ocidental, principalmente a partir do final do século XX, a possibilidade de alterações abruptas no âmbito das técnicas de áudio. Neste sentido, foi através da ciência e da técnica que se abriram novas perspectivas de criação artística na esfera da música pop de vanguarda, através da utilização de equipamentos de gravação digital.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tais transformações nas técnicas de áudio, ocorridas nas últimas décadas, tornaram possíveis historicamente, por exemplo, os trabalhos do Kraftwerk (Alemanha) e do Depeche Mode (Londres) nas décadas de 70 e 80 do século passado, respectivamente, ou mesmo de um Lee Scratch Perry, produtor, compositor e engenheiro de som jamaicano, um dos responsáveis por um dos mais bem sucedidos partos prematuros da música pop: o dub&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Retomemos a freqüência: De todo, cabe também ressaltar que tais transformações tecnológicas provocaram, em certa medida, a difusão em escala crescente da obra de arte que se edifica desde a reprodução técnica, através do que convém chamar de indústria cultural, de modo que se tornou mais importante a apropriação das transformações tecnológicas na forma artística do que o conteúdo daquilo que é criado junto com a intermediação da ciência e da técnica - basta ouvir as FM’s(!!). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, aproximar-se da criação de uma obra de arte “moderna”, significou em certa extensão, apropriar-se das possibilidades que a ciência e a técnica abriram para o homem, sem que se tenha a dimensão de como o envio através da tecnologia poderia estar situado. Dito de outro modo, confunde-se criação com utilização dos recursos que a ciência moderna dispõe. Neste horizonte, a reprodução técnica aparece aí tanto na forma de criação, como na distribuição da obra de arte através da nossa inescrupulosa e dissimulada indústria fonográfica. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta direção, abre-se para o homem a perspectiva ou interesse, de criação na esfera da música através da mediação dos valiosos resultados da ciência e da técnica, uma vez que certos modos de se criar no âmbito da música pop só foram possíveis desde que foram abertas possibilidades de criação a partir do sampler, do corte de gravações em estúdio, e de equipamentos de gravação digital, possíveis a partir da alta tecnologia de codificação de áudio. É o que lemos no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;texto que abre o álbum Rádio S. AMB. A, da Nação Zumbi, nomeado Fome e Tecnologia, de Hermano Viana: “A combinação do sampler com o computador e com o equipamento de gravação digital (cada vez mais baratos), facilitou a pirataria entre os estilos do pop e suas simbioses com tradições de todas as culturas” . &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este tema em torno das relações entre ciência e arte, e por extensão, entre homem e ciência, encontramos também em uma canção que aparece no álbum Da lama ao caos. Trata-se da canção Computadores fazem arte, embora seja o texto de Fred Zero Quatro, que a imortalizou no álbum Guentando a ôia. Vale lembrar a billy vociferada guitarria de Zero Quatro, do Mundo Livre S/A: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Computadores fazem arte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artistas fazem dinheiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;computadores avançam&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artistas pegam carona&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;cientistas criam o novo,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artistas levam a fama”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, podemos concluir que as transformações tecnológicas na esfera das técnicas de áudio, impulsionadoras de transformações na esfera da própria história da música pop, ou da indústria cultural, de certo modo abriram horizonte para certas possibilidades de criação que somente podemos conceber, projetar, desde que vieram à tona tais mudanças técnicas, isto é, desde que sobrevieram historicamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim nos aponta indica Hermano Viana, freezando que a abertura de tais transformações técnicas promoveram não só uma intensidade maior da circulação da diversidade cultural e das mais diversas tradições regionais e culturais, através do formato MP3 por exemplo, bem como promoveram mutações na própria maneira de lhe dar e de se apropriar das tradições culturais, lançando para esta tensão entre tradição e modernidade certos saltos criativos que se aproximam ao mesmo tempo em que se distanciam da tradição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tomemos como exemplo as simbioses da Nação Zumbi que articulam em um mesmo plano a música eletrônica de um Kraftwerk com o canto martelado de um Caju e Castanha, ou mesmo os viscerais galopes de tambores de maracatu com guitarras ao modo Hendrix. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A respeito desta posição diante das tradições culturais, que indicam certa filiação histórica, territorial, e que articulam pontos de ligação entre o passado e o presente ao mesmo tempo em que promovem certa abertura para o novo, nos é de grande importância, a guisa de conclusão, nos lançarmos ao problema levantado por nomes como o sergipano &lt;strong&gt;DJ Dolores, que experimenta interseções entre o coco, maracatu e batidas eletrônicas, e que a respeito da bandeira do regionalismo polemiza: “Isso pode ser moeda forte com a globalização, mas sem essa de ‘preservar a cultura popular’. Quem disse que ela quer isso?” &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, a noção de ‘preservar a cultura popular’ não pode ser tomada como uma via de mão única, ao passo que a extensão e continuidade de traços da tradição no percurso da história, passa sobretudo pela noção de que tais tradições precisam ser revigoradas justo através de mutações e maturações, que todavia lançam o novo a experimentos que ao mesmo tempo se jogam autonomamente para o autêntico e original e isto sem perder de vista certo enraizamento cultural. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Walter Benjamin. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermano Viana. Fome e tecnologia. In: encarte do álbum RÁDIO S.AMB.A – Serviço ambulante de afrociberdelia. Nação Zumbi. Y Brasil Music? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidadão do mundo – DJ Dolores gasta agulha no exterior, por Diego Muniz. Revista Bizz. Outubro de 2006. Editora Abril.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-3987994855569638959?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/3987994855569638959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=3987994855569638959' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/3987994855569638959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/3987994855569638959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/05/tecnologia-musica-pop-o-novo-em.html' title='TECNOLOGIA &amp; música pop: o novo em experimento'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_jjHjPrZYI/AAAAAAAAAn8/DFmx06An_hU/s72-c/Hidrel%C3%A9trica+Sensorial+II.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-552089670686837218</id><published>2010-04-23T23:45:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T23:46:56.227-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aristóteles Filosofia Causas e Princípios da origem das coisas história da filosofia texto de 2001'/><title type='text'>Aristóteles e os começos do pensamento ocidental</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S9Kd2FzJ4II/AAAAAAAAAb0/3GUb1nzp6Fc/s1600/IMAG0100.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463602850549063810" src="http://2.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S9Kd2FzJ4II/AAAAAAAAAb0/3GUb1nzp6Fc/s320/IMAG0100.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia – amor amizade pelo conhecimento – ao começar não traz em si a noção de que se está começando algo filosófico. Os primeiros pensadores não se rotularam como filósofos, pois não possuíam o intuito de diferenciar-se dos demais habitantes da polis grega. Nesta direção, a idéia do surgimento dos primeiros filósofos vem por último. Ora, como assim? A partir de Aristóteles é que se concebe a idéia de que existiram os primeiros filósofos – logo, a filosofia primeira-, através de sua concepção de história da filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí compreende-se como necessário estabelecer o sentido de “primeiros filósofos”. De acordo com Aristóteles eles o são pelas suas abordagens, ou seja, devido às limitações de suas investigações, restringindo-as aos objetos físicos, que são aqueles encontrados na natureza e que possuem sua vida independente da ação humana. Diferentes dos objetos técnicos que são produzidos pelos seres humanos através de sua ação de criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cuidado com a palavra residirá então no trato em relação aos diferentes significados  da expressão “prótos”, que em grego significa primeiro. “Primeiro” pode significar o que antecede a tudo, ou então o que está adiante de tudo, isto é, o mais avançado. E também “primeiro” pode ter o significado de mais primitivo (bruto, rude, rudimentar, tosco). Assim, para se chegar à compreensão em Aristóteles “daqueles que primeiro filosofaram”, veremos o que é a filosofia segundo ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia para Aristóteles é o saber superior, mais livre e poderoso. Portanto é tarefa da filosofia emitir juízos que influenciem decisões em todos os campos da vida humana. E para se chegar a excelência de ser suprema, a filosofia tem como fundamentos e princípios as chamadas “primeiras causas”. E justo a partir destas “primeiras causas” que se constituem os fundamentos do conhecimento humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso , será a partir também da compreensão destas “primeiras causas” que Aristóteles concebe a história da filosofia até ele – o filósofo mais filósofo segundo ele próprio. Ora, Aristóteles criou a concepção das “primeiras causas” primeiro e depois classificou os filósofos que o antecederam? Não. Ele buscou no pensadores que o antecederam os princípios para a concepção das causas primeiras. Que são quatro: 1) Causa material ( a mais simples); 2) Causa de movimento; 3) Causa formal; e 4) Causa final ( a mais elaborada). Assim, a estruturação das quatro causas se organiza da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Causa Material: que se constitui na matéria bruta com a qual irá se realizar determinado objeto.  &lt;br /&gt;• Causa de Movimento: que seria o trabalho exercido sobre esta determinada matéria.&lt;br /&gt;• Causa Formal: esta irá se realizar a partir de uma idéia pré-estabelecida, tendo em vista como será a transformação desta determinada matéria, para que se obtenha a finalidade desejada em determinado objeto.&lt;br /&gt;• Causa Final: realiza-se diante da finalidade ou objetivo da constituição deste objeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplificando as causas primeiras a compreensão ficará mais clara. Um marceneiro ao fazer uma cadeira busca na madeira a matéria necessária para sua viabilização, esta seria a causa material. Ao exercer seu trabalho sobre a matéria – madeira – o marceneiro a transforma. Realiza-se a causa de movimento. A forma com a qual a cadeira irá ser construída, partirá de uma idéia prévia por quem a faz. Realiza-se a causa formal. E a partir da finalidade da cadeira servir para indivíduos sentarem-se constitui a causa final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por terem limitado suas investigações aos objetos físicos, os primeiros filósofos, de acordo com Aristóteles, teriam limitado também a investigação filosófica na causa mais simples, a causa material, e precisamente por isto, são vistos como “primeiros filósofos” no sentido de mais primitivos, dotados de uma compreensão inferior em relação a ele (Aristóteles), que teria chegado ao entendimento das quatro causas de formação dos objetos técnicos, aqueles que são transformados através da ação humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobretudo Aristóteles realiza uma inversão no pensamento grego acerca de “começo”, pois para o filósofo a compreensão de primeiro abriga-se no primitivo e imaturo, ao passo que no pensamento grego primeiro ganha o sentido de mais antigo e portanto mais elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Aristóteles o primeiro filósofo é Tales de Mileto, que afirmava que “A água é o princípio de todas as coisas”. Assim, expôs a filosofia primeira ou mais simples, encontrando abrigo na investigação da causa material quando da origem das coisas. Ora, porque então a filosofia mais simples? Pois Tales chegou à compreensão dos princípios de todas as coisas, sendo assim, é um filósofo. Viu na água – para Aristóteles o elemento mais simples visto que o fogo trata-se do elemento mais elevado -, o mais preciso princípio de origem das coisas, porém, limitando a sua investigação a uma causa material, por conseguinte, a causa mais simples, expondo assim uma compreensão primitiva das coisas, e nesta perspectiva Tales expôs uma filosofia menos perfeita, isto é, menos elaborada, na visão de Aristóteles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo da compreensão de Tales como primeiro filósofo na visão de Aristóteles, nota-se a importância da hierarquia em sua concepção de “começo”, de modo que esta hierarquia perpassa a compreensão das causas primeiras, sendo a causa material como a mais simples e a causa final como a mais elevada; a hierarquia dos elementos da natureza, tendo a água como o elemento mais simples e o fogo como o mais elevado,; e por fim a hierarquia que abrange sua concepção de história da filosofia, visto que Tales expôs a filosofia primeira no sentido de primitiva, pois estagnou sua compreensão na causa material, e Aristóteles teria elaborado a filosofia suprema, fundada na compreensão das quatro causas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, justo na compreensão de tais hierarquias – das causas, dos elementos e dos filósofos – os fundamentos filosóficos quanto à compreensão das origens do pensamento ocidental se tornam inteligíveis, visto que estas três esferas, isto é, da compreensão das origens de todas as coisas, dos elementos da natureza e da história da filosofia estão, no sistema de Aristóteles, terminantemente ligadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência: &lt;br /&gt;Bajonas Brito, "Os começos do pensamento Ocidental" (não publicado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-552089670686837218?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/552089670686837218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=552089670686837218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/552089670686837218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/552089670686837218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/04/aristoteles-e-os-comecos-do-pensamento.html' title='Aristóteles e os começos do pensamento ocidental'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' 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Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-4647194887490218400</id><published>2010-04-22T05:47:00.000-07:00</published><updated>2010-04-24T00:59:45.900-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zaiba Noise Musicolagem experimentação o trio das máquinas caixas câmera computador Som Música Video Fotografia em movimento Espírito O Tao O Mao e o Bad'/><title type='text'>Zaiba O Tao o Mao e o Bad Remix Soul Power 2010</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-49bf1721b937eb6f" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" 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Espírito Noise Mantra Vitor Hugo Zuzu João participa Esteban Viveros Soul Power Coletivo Zaiba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-4647194887490218400?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/4647194887490218400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=4647194887490218400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4647194887490218400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4647194887490218400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/04/zaiba-o-tao-o-mao-e-o-bad-remix-soul.html' title='Zaiba O Tao o Mao e o Bad Remix Soul Power 2010'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-4918191528893429346</id><published>2010-04-21T23:41:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T15:25:34.384-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotos experimentação imagem para textos filosofia literatura música'/><title type='text'>Galeria Crítica em Criação em Bits</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0J_gtH_npek/TG9ceFPGaiI/AAAAAAAAApg/JJIzxWRaTHU/s1600/Future+Generation+-+Pilotem+suas+pr%25C3%25B3prias+cabe%25C3%25A7as.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="475" src="http://2.bp.blogspot.com/-0J_gtH_npek/TG9ceFPGaiI/AAAAAAAAApg/JJIzxWRaTHU/s640/Future+Generation+-+Pilotem+suas+pr%25C3%25B3prias+cabe%25C3%25A7as.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com/delasoulbeat/CRITICAECRIACAOEMBITS#"&gt;http://picasaweb.google.com/delasoulbeat/CRITICAECRIACAOEMBITS#&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-4918191528893429346?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/4918191528893429346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=4918191528893429346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4918191528893429346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4918191528893429346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/04/gareia-critica-em-criacao-em-bits.html' title='Galeria Crítica em Criação em Bits'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-0J_gtH_npek/TG9ceFPGaiI/AAAAAAAAApg/JJIzxWRaTHU/s72-c/Future+Generation+-+Pilotem+suas+pr%25C3%25B3prias+cabe%25C3%25A7as.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-5335338407037503996</id><published>2010-03-17T21:39:00.000-07:00</published><updated>2010-03-17T22:09:11.892-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia e as ciências da natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='introdução à metafísica'/><title type='text'>Metafísica: noções gerais</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S6G1MxjyPTI/AAAAAAAAAE0/Vg1S3SLTjbo/s1600-h/IMAG0084.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S6G1MxjyPTI/AAAAAAAAAE0/Vg1S3SLTjbo/s400/IMAG0084.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449836255161498930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metafísica é uma palavra de origem grega. É o resultado da reunião de duas expressões, a saber, "meta" e "physis". Meta significa “além de”, e physis podemos traduzir por “natureza” . Metafísica significa então: Investigações além da natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para definir melhor metafísica vamos diferenciá-la das chamadas Ciências da Natureza. As ciências da natureza, como o próprio nome indica, se ocupa em investigar, determinar e examinar as propriedades daquilo que existe e se encontra na natureza, seja na forma de objetos, seja na forma de fenômenos. Entendemos por Ciências da Natureza a Física, a Química, a Biologia, Geografia (física) como principais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metafísica, além de Investigações da natureza, se interessa por temas, sobretudo que podemos indicar como situados no plano das idéias. Assim, são temas de metafísica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O conhecimento&lt;br /&gt;• O modo como conhecemos &lt;br /&gt;• O que é um conceito&lt;br /&gt;• Como os sentidos (visão e audição, por exemplo) atuam em nosso processo de conhecer as coisas&lt;br /&gt;• Como se forma a nossa imaginação&lt;br /&gt;• O que é uma sensação&lt;br /&gt;• A importância da memória e aprendizado em nosso acúmulo de experiência&lt;br /&gt;• O que é uma intuição&lt;br /&gt;• O que é o entendimento&lt;br /&gt;• Como os afetos ou as emoções (em filosofia chamamos a isso "Phatos") podem ou não interferir em nossa busca por um conhecimento seguro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todo, uma metafísica aborda temas que apenas podemos nos referir como situados no plano do pensamento, não encontrando na natureza nenhum objeto correspondente, ou você conhece algum objeto material como o nome de memória ou imaginação? Investigar a natureza, seus elementos e propriedades é tarefa das Ciências da Natureza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-5335338407037503996?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/5335338407037503996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=5335338407037503996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/5335338407037503996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/5335338407037503996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2010/03/metafisica-nocoes-gerais_17.html' title='Metafísica: noções gerais'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S6G1MxjyPTI/AAAAAAAAAE0/Vg1S3SLTjbo/s72-c/IMAG0084.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-3715817471026776633</id><published>2009-03-25T13:19:00.000-07:00</published><updated>2010-08-18T23:49:41.591-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Metafísica na perspectiva do empirismo Teoria da Imaginação David Hume Impressões e Ideias'/><title type='text'>Da noção de “imaginação” em David Hume</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/ScqT0maGsoI/AAAAAAAAAEE/d71iHo8ZI0I/s1600-h/SDC10339.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317224841936810626" src="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/ScqT0maGsoI/AAAAAAAAAEE/d71iHo8ZI0I/s400/SDC10339.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;“todo poder criador do espírito&lt;br /&gt;não ultrapassa a faculdade de combinar,&lt;br /&gt;de transpor, aumentar ou de diminuir&lt;br /&gt;os materiais que nos foram fornecidos&lt;br /&gt;pelos sentidos e pela experiência.”&lt;br /&gt;“todos os materiais do pensamento&lt;br /&gt;derivam de nossas sensações&lt;br /&gt;externas ou internas;&lt;br /&gt;mas a mistura e composição deles&lt;br /&gt;dependem do espírito e da vontade.”&lt;br /&gt;David Hume&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva fixada por Hume (1711-1776) em relação à categoria de imaginação, prossegue um percurso muito peculiar, que ocupa ainda em nossos dias muitos pesquisadores, filósofos, e interessados em metafísica. Na tradição do empirismo, Hume se situa como uma posição radical ao que se refere em lançar à experiência o fundamento de uma teoria do conhecimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O percurso de Hume consistirá sobretudo, em determinar noções acerca do processo de formação das idéias. Nesta direção, realiza uma análise da percepção sensorial humana no sentido de encontrar no acontecimento originário das sensações ou impressões a provocação das idéias. E neste contexto Hume precisa a noção de imaginação. O que pretendemos como objeto de nosso breve artigo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na visão de Hume, o que é então a imaginação? Como ela se “forma”? A associação de idéias e qualidades tomadas pela imaginação, seja acordado ou dormindo como no sonho, encontra ou não sua provocação desde a experiência das sensações ou impressões? É no contexto destes problemas que se inscreve a metafísica empirista de Hume. Entendendo o empírico como aquilo que está na ordem do acontecimento da experiência, que para Hume, na problemática da imaginação, significa o dado pelas sensações e impressões. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sensações e impressões são as percepções mais fortes e vivas na medida que preservam o acontecimento originário das qualidades fornecidas pelos objetos do mundo material e sensível, como também, pelos afetos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De um lado temos sensações e impressões da presença de objetos, como mesa, cadeira, tv, rádio, computador, etc. Por outro lado temos também sensações e impressões de afetos, isto é, de emoções. Através da presença, isto é, de impressões e sensações, de objetos e do acontecimento de emoções, temos idéias de objetos e emoções. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De todo, no pensamento estas idéias, para David Hume, ora são cópias de impressões e sensações, que correspondem fielmente aos objetos do mundo material e sensível e às emoções ou afetos, ora nossas idéias tomam o rumo da imaginação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todavia, nos fixemos no problema: em que medida ou limite, as idéias não são somente cópias de sensações ou produto da imaginação? Em outra direção, é a imaginação livre? Ou a imaginação está somente livre desde que originária de sensações e impressões da experiência (empírica)? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para David Hume, a imaginação está situada no princípio da associação de idéias. Este princípio da associação de idéias está por sua vez vinculado a uma ligação por meio de qualidades de impressões e sensações que acontecem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta perspectiva, quando tenho a impressão de um sabor, esse sabor se refere a uma das qualidades do objeto, isto é, do alimento ou de uma bebida, que concentram ainda outras qualidades apreendidas pelos sentidos, como o tamanho, forma, estado (se sólido ou líquido...), cheiro e cor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando temos a impressão de um relógio de pulso ou de parede por exemplo, as qualidades do objeto como o brilho, opacidade, tamanho, cor, forma, isto é, suas propriedades, para David Hume, são tomadas como constituintes da impressão de um dado relógio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em outra direção, quando a imaginação de um pintor como Salvador Dali, em quadro de 1931 de nome “A persistência da memória”, cria uma imagem de relógios gigantes como se estivessem derretidos em uma paisagem distante, um dos relógios pendurado em um galho seco de árvore, outro no ar, etc, a questão que Hume propõe, é demarcar o acontecimento da imaginação como produto de associação de idéias de impressões reais, como árvore, relógio, fogo, terra, etc, e que retemos suas qualidades em nossa memória, isto é, através da lembrança. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na medida que quando lembramos de uma sensação, a vivacidade originária do acontecimento nunca pode ser retomada em sua inteireza e força, mas em menor grau. Daí Hume afirmar que qualquer sensação ou impressão é mais viva e forte que uma idéia, lembrança, ou associação de idéias e qualidades distintas de objetos distintos como no caso da imaginação. Ao passo que a idéia, a lembrança e a imaginação têm seu princípio na experiência das sensações e das impressões. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta direção, poderíamos então afirmar, que a imaginação não é tão sem rédeas como pensávamos, mas sua órbita gira em torno das sensações e impressões fornecidas pela experiência. Já que para Hume as impressões e sensações provocam o surgimento das idéias, e nestas, a imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Hume, David. “Investigação Acerca do Entendimento Humano” [1748]. Tradução: Anoar Aiex. Edição ACRÓPOLIS. Versão para eBook. eBooksBrasil. Fonte Digital: br.egroups.com/group/acropolis/. ©2001, 2006.&lt;br /&gt;· Oliveira Salles, Fernão. “David Hume: Associação de Idéias, ‘cimento do universo’.” Revista Mente &amp;amp; Cérebro &amp;amp; Filosofia. São Paulo. SP. Duetto Editorial. Edição n° 2.&lt;br /&gt;· Dali, Salvador. “A persistência da memória”, 1931. Reprodução digital.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-3715817471026776633?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/3715817471026776633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=3715817471026776633' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/3715817471026776633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/3715817471026776633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2009/03/da-nocao-de-imaginacao-em-david-hume.html' title='Da noção de “imaginação” em David Hume'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/ScqT0maGsoI/AAAAAAAAAEE/d71iHo8ZI0I/s72-c/SDC10339.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-2859843049880267053</id><published>2009-01-29T09:22:00.000-08:00</published><updated>2010-08-18T23:57:22.125-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Introdução à filosofia pensamento como problema relação pensamento e ação sobre a utilidade da filosofia na cultura moderna Abraão Costa andrade Kant Hegel Artigo crise e filosofia'/><title type='text'>A filosofia tem que servir para algo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SYHnQ69BDXI/AAAAAAAAADc/WAsLNn3Oklk/s1600-h/Cidade+Ru%C3%ADna.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296768914653515122" src="http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SYHnQ69BDXI/AAAAAAAAADc/WAsLNn3Oklk/s400/Cidade+Ru%C3%ADna.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;Não agüento ver você filosofando&lt;br /&gt;no meu ouvido... me irrita.&lt;br /&gt;Dizia realmente já se irritando,&lt;br /&gt;a histeria ultrapassando os poros&lt;br /&gt;os ouvidos até chegar à boca,&lt;br /&gt;que interrompia abruptamente&lt;br /&gt;qualquer coisa que tentasse falar sutilmente.&lt;br /&gt;Abraão Carvalho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A tentativa (o movimento) de Abraão Costa Andrade&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn1" name="_ednref1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; em seu breve artigo com o nome-problema “Para que serve a filosofia?”, consiste em problematizar sobre o sentido histórico de nosso hábito em atribuir dignidade hierárquica às coisas somente em função de sua utilidade prática imediata. Ora, mas qual o sentido de atribuirmos um valor mais elevado somente àquelas coisas às quais podemos utilizar na vida prática imediatamente? Dito de outro modo: as coisas só têm valor se puderem ser utilizadas imediatamente na vida prática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, indicar um valor, trata-se aqui de ordenar, por estes ou aqueles outros motivos, uma certa hierarquia. A que hierarquia estamos nos referindo? A uma hierarquia de valores. Ora, o que nos leva a tomar estas ou aquelas decisões? Decidir é separar, separar ordenando desde uma certa hierarquia. O que nos leva a indagar: porque então, à utilidade imediata das coisas na vida prática atribuímos um mais elevado valor? De todo, por lançarmos a uma posição inferior tudo aquilo que não remete a uma utilidade prática imediata, como o campo dos afetos ou dos valores éticos, ou até mesmo a filosofia, e lançando em uma posição superior todo o universo dos objetos materiais ou saberes práticos, dada a sua necessidade prática e concreta, como um copo, um martelo, um “curso técnico”, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, nos parece que quando nos voltamos para a filosofia, o que nos frustra, nos perturba e nos atormenta, é justo o espanto em não encontrarmos uma tal utilidade prática imediata à bendita ou maldita da filosofia!!! Nesta medida, a viciada pergunta: para que serve isto? Para que serve aquilo? Quando nos indagamos sobre a utilidade dos objetos e dos saberes técnicos, encontra sua incongruência&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn2" name="_ednref2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt; ou deslocamento quando nos perguntamos desesperadamente para que serve a filosofia!!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ora, quando dissemos que a filosofia serve para isto ou aquilo, este “isto” não dá conta de determinar o horizonte da filosofia, ou mais precisamente, do filosofar, ao passo que o “isto” próprio ao olhar filosófico desdobra-se em uma infinidade de determinações que se sobrepõem umas às outras, posto que no movimento de determinar o “isto” para o qual a filosofia “serve” imediatamente, já nos escapa aquele determinar unívoco ao qual estamos habituados quando nos referimos ao mundo dos objetos sensíveis e às finalidades dos diferentes modos de saber técnico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, do mesmo modo que nos indagamos para que serve a filosofia, poderíamos, antes, nos perguntar se em nosso raio histórico, em nossa época, dita moderna, atribuímos valor e dignidade hierárquica às coisas que não têm utilidade prática imediata. Dito de um modo mais preciso, algo que não tem utilidade prática imediata tem algum valor?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por mediação do embotar que é o hábito, aquilo que nos habituamos sem nos darmos conta por mó de quê aconteceu às nossas vidas, somos conduzidos, sorrateiramente ou materialmente, a nos seduzirmos pela idéia de que as coisas realmente só têm algum valor se tiverem realmente uma utilidade prática! Ora, quem seria o baratinado a dar algum valor, de quebra mais digno, a algo que não tem utilidade na vida prática imediata e cotidiana? Seria este um desvairado, uma aberração do resultado das mais populares das normas sociais e culturais vigentes? De todo, interessa-nos agora, demarcar outro problema correlato ao problema em identificar uma tal utilidade à filosofia, a saber, o que significa algo ter sua utilidade prática?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Retomemos o exemplo dos objetos do mundo sensível, aqueles que na ótica de Kant nos afetam por mediação dos sentidos, da sensibilidade, alto, baixo, maior, menor, quente, frio, ruído dissonante ou límpido, etc. Esta capacidade de determinação da consciência através dos sentidos, enquanto saber, segundo Kant, consiste sobretudo em um afetar que nos direciona desde uma reação à manifestação dos objetos, de modo que nos faça tomar esta ou aquela atitude, que é levada a cabo desde nossa habilidade em diferenciar, relacionar e separar as coisas, umas das outras. Aproximar ou se distanciar do quente ou do fogo de acordo com as circunstâncias, por exemplo. Ora, com isto queremos demarcar que existem objetos do mundo material e sensível que encontram no pensamento uma certa “correspondência” entre nome e coisa. Isto, a coisa, encontra-se com seu nome, certo objeto de forma retangular no qual se serve a comida, encontra-se com o seu nome, maturado no percurso da tradição, a saber, mesa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todavia, existem aquelas idéias e noções que não encontram um objeto no mundo material e sensível. Ora, a estas idéias, por não encontrarem repouso na realidade material percebida pelos sentidos, pela sensibilidade, podemos desde já, apenas por esta constatação, tratar como inúteis, sem utilidade prática? Já que seus princípios e definições não encontram lugar na transformação material e objetiva da realidade? Ora, mas de que distinção estamos tratando? Da distinção entre aquilo que tem utilidade prática imediata e o seu oposto, o que não tem utilidade prática corriqueira, e o nosso problema inicial, situar daquele ou daquele outro lado, a posição da filosofia. Afinal de contas, a filosofia tem ou não tem utilidade prática?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para nos situarmos diante de tamanho problema, nos aproximemos de algumas de nossas noções em relação ao desdobramento para o pensar o vínculo e distinção entre pensamento e prática, ou em outros termos, pensamento e ação. Ora, estamos habituados a ligar de um modo fundado na tensão entre opostos quando nos referimos ao sentido de pensamento e ao sentido de ação. Pensar, de acordo com nosso hábito, é o oposto de agir. A ação preserva um campo totalmente distinto em relação ao pensamento, que por vezes tomamos como a negação do agir. Pensar não é agir!! Podemos desesperadamente afirmar afoitos por convulsões que alteram a realidade existente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todavia, se permanecemos nesta perspectiva, a saber, a de que pensar não é agir, quando nos referimos à filosofia, podemos afirmar desajustadamente que ela não sirva para nada!!!! Pois não encontra seu objeto correspondente na realidade como o encontra a determinação e ligação entre o nome mesa com o seu objeto sensível correspondente. A filosofia, na extensão dos objetos do mundo sensível ou material não encontra justo a sua correspondência, na medida em que não serve imediatamente para isto ou aquilo. No que se refere àquele modo de vida entregue ao suprir as demandas das necessidades materiais mais imediatas, a filosofia aparece como carente de utilidade prática, ao passo que no movimento dos negócios o fim último trata-se da utilidade prática das atividades de permuta e negociação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ora, mas se nos rebelarmos em relação à idéia de que pensar não é agir, procurando situar a interligação ou reciprocidade entre pensar e agir, indicando deste modo que o pensar, por orientar os rumos da ação, consiste justo em um modo de agir, chegamos à constatação de que pensar é também um agir. À indicação de que pensar é agir, deixamos de lado o desprezo em relação àquelas coisas que não têm utilidade prática imediata, pois na medida em que lançamos o pensamento ao campo da ação humana, o pensamento pode ganhar contornos de utilidade prática, ao passo que o pensamento demarca o seu percurso por mediação de problemas. O aparecimento de problemas lança o pensamento às suas convulsões, que se inscrevem na tentativa de dar soluções a estes problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ora, viver significa ser afetado por problemas, aquecimento global, AIDS, clonagem, desemprego, cultura de massa, necessidades imediatas da vida, violência, diante de tais problemas, o pensamento não pode pedir licença sorrateiramente e sair de fininho como quem diz: “isso não é comigo.” Sermos afetados por problemas no percurso da vida indica-nos a necessidade histórica de agir por mediação do pensar, que é agir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se percorrermos esta perspectiva, a de que pensar é agir, que tem sua dinâmica no sobrevir de problemas que nos afetam, filosofia ganha sua “utilidade”, ao passo que o movimento de ser afetado ou provocado por problemas que brotam do processo histórico da realidade, desertificação, trabalho, violência policial, nos remete ao decidir diante destes mesmos problemas, ao passo que decidir é separar desde uma hierarquia, separar que se abre desde um relacionar por mediação de uma distinção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um contorno mais preciso acerca da relação histórica entre pensar e agir indica-nos o filósofo Hegel: “O pensamento é um produto não menos que vida e atividade de se produzir a si próprio.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn3" name="_ednref3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt; Esta atividade de se produzir a si próprio em sua tensão com a realidade, dito em outros termos, problemas que nos afetam, aquecimento global, reconhecimento, alternativas energéticas, cultura, ciência, convenções políticas e morais, indica-nos do mesmo modo o seu oposto, a saber, a negação do existente, ao passo que produzir na ótica de Hegel remete-nos ao seu oposto, destruir. Que p.. é essa!!?? Esta atividade de se produzir a si próprio, segundo Hegel:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... contém o momento essencial duma negação, já que produzir é também um destruir. A filosofia, ao produzir-se a si própria, toma o natural como o seu ponto de partida para o superar. (...) O espírito apenas ultrapassa a forma natural, passa da moralidade imediata e do impulso da vida ao refletir e ao conceber. Deste modo, fere e derruba esta forma real e substancial de existência, esta moralidade e esta fé, e inicia o período da destruição.”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn4" name="_ednref4" style="mso-endnote-id: edn4;" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta direção, a filosofia aparece como uma exigência histórica, como uma necessidade histórica, ao passo que realiza sua dinâmica desde aquela tensão entre o produzir a si próprio e os problemas que nos afetam, de modo que as formas de organização da cultura, da política, da natureza, da religião, da família, da província, não mais satisfazem. A filosofia aparece então quando determinados valores culturais encontram-se com sua crise, sua decadência, sua ruína, sua corda bamba, seu abismo. Segundo o filósofo Hegel, a filosofia aparece na história “em tempos infortunados&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn5" name="_ednref5" style="mso-endnote-id: edn5;" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt; para o mundo e de decadência na vida política”, quando os antigos sistemas religiosos e formas de cultura, começam a ser minados “por um processo de dissolução e renovação.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn6" name="_ednref6" style="mso-endnote-id: edn6;" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De todo, é preciso demarcar que este produzir a si próprio a partir da tensão com o real, com os problemas que nos afetam, que é também destruir – “produzir é também destruir” -, indica-nos um pensar por si próprio até as suas últimas conseqüências, ao passo que segundo Hegel, “a ninguém é dado pensar por outrem”.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn7" name="_ednref7" style="mso-endnote-id: edn7;" title=""&gt;[7]&lt;/a&gt; E é justo neste sentido que Abraão C. Andrade encontra uma mediação para a tensão entre o produzir a si próprio por mediação do real, dos problemas que nos afetam no percurso da história. A saber, segundo este outro filósofo, a filosofia aparece como um “desconfiômetro” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn8" name="_ednref8" style="mso-endnote-id: edn8;" title=""&gt;[8]&lt;/a&gt;, como um instrumento de ação, ao passo que pensar é agir, do mesmo modo que é produzir que é também destruir, exorcizar fantasmas, arcaísmos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deste modo, a filosofia aparece como aquele “desconfiômetro” ativado “para não engolirmos a primeira certeza que nos oferecem como sendo uma verdade indiscutível”.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn9" name="_ednref9" style="mso-endnote-id: edn9;" title=""&gt;[9]&lt;/a&gt; Neste sentido, a filosofia serve, por exemplo, para desconfiarmos de que a importância ou dignidade hierárquica de algo está em sua utilidade prática imediata. Ora, feito este percurso meus caros, pensar por si próprio não tem utilidade prática? Se cochilo pegar... jacaré abraça!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref1" name="_edn1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; Poeta, ensaísta, atualmente é professor de Filosofia da UFRN.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref2" name="_edn2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt; Incongruente – adj. m. e f. Que não é congruente, que não condiz, que não convém; incompatível, impróprio. (Dic – Michaelis – UOL – digital)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref3" name="_edn3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt; b) O início na história da exigência filosófica (p. 416) - In: Introdução à história da filosofia, Capítulo B) Relação da filosofia com as outras partes do que se pode saber. F. Hegel. Tradução de Orlando Vitorino. Os pensadores. Círculo do Livro. Editora Nova Cultural. 1996.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref4" name="_edn4" style="mso-endnote-id: edn4;" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt; Hegel, Introdução à história da filosofia, p. 416.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref5" name="_edn5" style="mso-endnote-id: edn5;" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt; Infortunado: adj. Desventurado, infeliz, desgraçado. – Dicionário Michaelis – UOL (digital)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref6" name="_edn6" style="mso-endnote-id: edn6;" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt; Hegel, Introdução à história da filosofia, p. 417.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref7" name="_edn7" style="mso-endnote-id: edn7;" title=""&gt;[7]&lt;/a&gt; Idem, p. 422.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref8" name="_edn8" style="mso-endnote-id: edn8;" title=""&gt;[8]&lt;/a&gt; Abraão Costa Andrade. Para que serve a filosofia? – Revista Discutindo Filosofia – p. 12.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref9" name="_edn9" style="mso-endnote-id: edn9;" title=""&gt;[9]&lt;/a&gt; Idem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;· Costa Andrade, Abraão. Para que serve a filosofia? In: Revista Discutindo filosofia. Editora Escala Educacional. Edição 01. São Paulo/SP, 2005.&lt;br /&gt;· Hegel, G. W. F. Introdução à história da filosofia. Tradução de Orlando Vitorino. Os pensadores. Círculo do livro. Editora Nova Cultural, 1996.&lt;br /&gt;· Kant, I. Primeira parte da doutrina transcendental dos elementos – Estética transcendental. In: Crítica da Razão Pura. Tradução de Valério Rohden e Udo Moosburguer. Os pensadores. Editora Nova Cultural. São Paulo, 1996.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-2859843049880267053?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/2859843049880267053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=2859843049880267053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/2859843049880267053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/2859843049880267053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2009/01/filosofia-tem-que-servir-para-algo.html' title='A filosofia tem que servir para algo?'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SYHnQ69BDXI/AAAAAAAAADc/WAsLNn3Oklk/s72-c/Cidade+Ru%C3%ADna.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-4625227191927916109</id><published>2008-11-02T14:28:00.000-08:00</published><updated>2010-10-06T01:55:48.007-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tim Festival 2008'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Siba e a Fuloresta do Samba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ES'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música pop'/><title type='text'>O sertão vai virar Dizzy! E Dizzy vai virar sertão! A profecia científica de Siba e a Fuloresta no Tim 2008</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;“Eu tô pisando em terra de reis&lt;br /&gt;eu tô pisando”&lt;br /&gt;Siba&lt;br /&gt;“Things To Come”&lt;br /&gt;Dizzy Gillespie&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa foi a pala de Léo ao final da apresentação do Siba na sessão Vitória do Tim Festival 2008 (26/10). Bruto. Sampleando a frase e sem pedir licença ou cessão, a lançamos ao título justo por a partir daí querermos situar algo del acontecimiento. A Fuloresta meu irmão. Primeira apresentação na cidade. Boquiabertos, estáticos e imóveis assistíamos a chegada sorrateira da Orquestra sob a regência coadjuvante principal do Mestre Siba. Aos poucos a captura das freqüências das batidas iam provôocanto o corpo. “Remexendo remexendo remexendo, neguinha sarará remexe aí que eu quero ver”, Jorge Ben mili ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da cabeçada que velozmente tem brotado no nordeste, tendo Pernambuco como referência pólo cibernética, e sobretudo o Manguebeat, Siba e Mestre Ambrósio eram os que mais fixavam os ouvidos na anônima cultura popular, explorando as potencialidades territoriais dos ecos da mata e das antenas eternas captadas pelos tambores, maracatus, frevos e toda a tropa dos baques soltos e virados. Neste movimento, Siba e companhia lançavam em sua extensão sônica referências sonoras bem distintas embora Ben ligadas, dos projetos da Nação Zumbi de Chico, Mundo Livre S/A, DJ Dolores ou mais recentes como Mombojó, Cidadão Instigado, 3namassa, Maquinado, Mamelo Soud System, Buguinha Dub e a Vitrola Adubada, Autonomo e por aí vai. Com isto, não estava em jogo uma nostalgia pela tradição que está se definhando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse projeto, a Fuloresta, a visada quântica e sonora da regência de Siba atropela tempo e espaço, ou qualquer regionalismo provinciano, com passadas bem certeiras, incorporando elementos globais sobretudo do jazz, ska, dub, funk, orquestrado com arranjos de frevo e uma metaleira nervosa. O primeiro impacto é de estranheza, principalmente para nós urbanóides ou viciadamente, no bom e no mal sentido, educados na base do rock n’ roll. “Já estou farto do rock n’ roll, outros sons, outras batidas, outras pulsações”, já cantava Edgard Scandurra no clássico e inovador “Psicoacústica” do Ira!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Boa parte da história da música passou ali naquele show da Orquestra da Fuloresta, que apesar de vir pela primeira vez em solo vitoriano, desde o início do último milênio vem disseminando euforia, lamento, humor ácido e espontâneo, tendo lançado em 2002 seu primeiro registro, “Fuloresta do samba”, e no ano passado o álbum “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar”, essa é a centelha verbal manifesta na abertura da canção “Um passeio no mundo livre”, Chico Science e Nação Zumbi, Afrociberdelia. Que já manifestava embrionariamente a conexão das batidas dos cocos e maracatus com arranjos de metais. Siba elevou isto até sua máxima potência. Tempestade conceitual de Força 5, como diria Lúcio Maia no projeto Maquinado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre tempos e entretempos o manifesto de alegria de cada mestre da orquestra (só tem maestro nessa orquestra! Putz), ganhava seus galopes e cadências, arranjos fenomenais, a metaleira afiadíssima, diversão total com os sopros eternos, um Dizzy Gillespie do sertão encontrando exílio na Fuloresta de Siba, um trompete lançando raio lazer, uma tuba marcando a pisada, um sax na base, e um trombone não menos, além de um chocalho atômico e freneticamente orquestrado, uma zabumba jazzyficada com pólvora de guerra e o canto de longo alcance de Siba.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que era aquilo!!!!!!!!!??! Desde a marcação martelada de um Lee Hooker em uma tábua de madeira, até ao frevo insano da zabumba e da metaleira, passando pela andada pausada do dub e do reggae, até aos frenéticos, insanos e tranqüilos arranjos dizzyficados e skalizados. Quem fora educado minimamente com um pouquinho de jazz e muito ska, eqüalizou freqüências sensíveis e sonoras além bar em relação aos ouvintes ávidos por rock n’ roll, que se empolgaram mili ano muito mais com a fanfarra circense e colorida do Gogol Bordello.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O acordo com a tecnologia de áudio vem através do trance acústico da zabumba e do tambor velozmente empunhado sob o apito de Siba. O opaco da percussão harmonizando-se com o raio lazer de las trompetas, sobre a britadeira de penas da tuba, novamente pincelados com a lingüística do sax, e aquele chocalho atômico na base. Na base. Bruto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Radiando elementos maturados durante séculos e sobretudo nas últimas décadas, nada de regionalismo provinciano. Ecoando dissonâncias surdas e reelaboradas em outro nível de criação e concepção, desde o afrobeat de um Fela Kuti com seus arranjos de metais na base, até à indiferença em relação a negative vibration de um Skatalites. Os caras da Fuloresta meu amigo, podem ser bem ouvidos desde a América Central, Kingston Jamaica, baldiando em Pernambuco, Alto José do Pinho e tal, passando pela Nigéria de Fela Kuti ou Etiópia de um Mulatu, ponte aérea Cotton Club em New Orleans noite com Skatalites. Mili ano mili ano pra lá do pra lá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um ska de guerra, fúnebre (“Suinã” - 2002), harmonizando-se com a poesia poca pala, pero atômica de Siba, “Nem sou mais eu que penso o que eu tenho pensado”. Indo na direção contrária do rótulo de regionalismo acrescenta Siba em entrevista a Leonardo Licote ao Jornal Globo (19/11/07), a respeito do lançamento do segundo álbum “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar”: “O uso que faço de instrumentos como tuba e sax-tenor, por exemplo, não existe na tradição do maracatu”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Canções que de súbito afluem à memória, além da conversa e interação total com o público, por parte do cosmopolita Siba e a Fuloresta, ativistas políticos do humor e provocadores das adrenas festivas, destaque para “Fuloresta do samba”, a faixa, que já começa, depois de uma introdução de um dub frevolizado acidamente pela metaleira, na pala “Sonhei tinha voado, tava montado na força que me comanda”, refrão na regência da Orquestra. Total total, simplesmente total parte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além da profecia sem culpa de Siba quanto aos destinos do clube Santa Cruz, zoação que virou profecia de fato, “Meu Time” (2007), “caiu pra terceira divisão”, a Orquestra seqüenciou também a regência de “Alados”. Canção que Siba participa com rabeca, letra e voz no primeiro álbum do projeto Maquinado, Toca, Maia, Dengue e Dj PG, e a rapaziada, que flerta mais com dub e arranjos de guitarras sem firula e ecos reelaborados por máquinas. “Homem Binário” o nome da peça transcendental, 2007, Maquinado. Parafraseando o “Homem Bicentenário” de Isaac Asimov, ficção científica, uma das referências para Lúcio Maia e a galera da Nação Zumbi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalize Tim Festival a Fuloresta desce do engomado palco do Teatro Universitário e improvisando um carnaval de teatro, dado o perímetro que não a rua, mandando repentismo skalizado que às vezes pede licença para o hardcore da percussão sob a regência de um chocalho atômico, Mané Roque é o nome da figura, pero real na base, na base sem firula, fervendo o arroz atrozmente sorridente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto a Fuloresta batizava todo o perímetro do teatrão, saía já satisfeito do mezza. Tomar uma cerveja no saguão, gastar com os conhecidos ou não na multi. Daqui a pouco uma senhorita matrix da produção na sua função convoca elegantemente o público para a próxima atração: Gogol Bordello. Ouvir a gatinha né.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pero, na primeira faixa... Gogol. Uma espécie de Kiss sem máscaras, hippies circenses, misturado com power-rangers. No perdón. De súbito voltar para o saguão, mais cervejas, só tinha tomado uma, tenso, lá dentro não podia tomar, que merda! Li na Gazeta da semana a Tatiana Wuo, comentando sobre repensar o lugar do Tim Festival em la poster(c)idade. Bem lembrado. Também por Siba, ironizando ao início da apresentação que tentou providenciar junto à produção um kit para cada um com uma chave de fendas para que pudéssemos desmontar as cadeiras do teatro!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;À entrada do Gogol Bordello as fendas sonoras que a Fuloresta havia aberto já estavam de bom tamanho. Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar. Já passou. Salve Siba e a Fuloresta. Estranho alguém botar mais fé em um show sem guitarras, baixo, bateria e sintetizadores e que não é gringo de berço territorial. É nóis, mili ano, como diria Rodrigo Brandão, Mamelo Sound System!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de Siba e a Fuloresta, pra quê Gogol Bordello? A galera se amarrou, contagiou o público, e neguim lá fora chapando, maturando o espanto agradável e montado na força que me comanda, já disse alguém. Mais um protótipo da estética Orquestra Manguefônica. Partículas sonoras proliferam ao universo. Valeu Siba!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-4625227191927916109?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/4625227191927916109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=4625227191927916109' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4625227191927916109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/4625227191927916109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2008/11/o-serto-vai-virar-dizzy-e-dizzy-vai.html' title='O sertão vai virar Dizzy! E Dizzy vai virar sertão! A profecia científica de Siba e a Fuloresta no Tim 2008'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-1994168744447599595</id><published>2008-09-21T09:25:00.001-07:00</published><updated>2010-05-21T22:17:43.636-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho Tempos modernos filosofia Marx Capital Salário Manuscrítos econômico Filosóficos'/><title type='text'>Trabalho e manipulação do corpo e das vontades</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_dlVhYKppI/AAAAAAAAAmY/cjTdX0CTluU/s1600/Oper%C3%A1rios+Da+Usina+De+M%C3%BAsica+Eletr%C3%B4nica.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_dlVhYKppI/AAAAAAAAAmY/cjTdX0CTluU/s400/Oper%C3%A1rios+Da+Usina+De+M%C3%BAsica+Eletr%C3%B4nica.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;''we are the robots&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;functioning automatik&lt;br /&gt;and we are dancing mekanik&lt;br /&gt;we are the robots”&lt;br /&gt;Kraftwerk&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho, tal como predominantemente o conhecemos, consiste em uma forma privilegiada de mediação da relação do ser humano com a natureza, isto significa: se o ser humano altera e transforma a natureza para atender às suas mais diversas necessidades físicas ou espirituais, isto não se efetiva sem a mediação do trabalho. Deste modo, é através do trabalho que o ser humano transforma a natureza, bem como a si mesmo, isto quer dizer: ao realizar a sua intervenção na natureza para atender esta ou aquela necessidade, o ser humano está também se transformando, uma vez que após o ato de transformar a natureza o ser humano não permanece o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que pretendemos aqui trata-se de uma tentativa de compreender como o trabalho aparece no mundo contemporâneo, suas relações com o(a) trabalhador(a), bem como as relações deste(a) com o produto de seu trabalho, e por extensão, pensar as relações entre o(a) trabalhador(a) e o(a) não-trabalhador(a). Sobretudo, cabe ressaltar, que o objeto de nosso pensamento consiste naquele modo de trabalho que na sua realização produz alguma mercadoria, algum produto, que uma vez separado do trabalho ou do trabalhador que o produziu, é lançado ao mercado, de modo que um valor em dinheiro, ou mesmo um valor de troca, é nele (no produto do trabalho) fixado de acordo com as circunstâncias econômicas da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o surgimento das grandes cidades no início do século XIX na Europa, não só a distribuição da população no espaço geográfico passa por radicais transformações, passando a concentrar nos centros e subúrbios urbanos a grande maioria da população, mas também, a organização do mundo do trabalho passa por alterações nunca vistas antes na história da humanidade. É neste período que começa a se extinguir a figura do artesão, aquele trabalhador que possui tanto os seus instrumentos de trabalho, como também, conhece todas as etapas da produção de sua mercadoria. A partir da Revolução Industrial &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn1" name="_ednref1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; uma série de transformações técnicas irão exigir não só novas formas de trabalho, uma vez que o trabalho passa por uma certa divisão de funções, como também, a circulação de mercadorias passa a ser realizada em uma escala cada vez mais crescente. Nesta direção, é com o surgimento das indústrias que estas transformações no mundo do trabalho e no movimento de circulação de mercadorias e capitais se faz possível, vem-a-ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, como é então o trabalho desde a sua organização voltada para a produção fabril? Ou antes mesmo, que preço tem o trabalho desde esta perspectiva? É o valor do trabalho suficiente para atender às necessidades físicas e espirituais do trabalhador? O trabalho, como nos afirma o dito popular, dignifica o homem? Quanto mais trabalha mais o trabalhador ganha?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De certo que, é através do trabalho que nos tornamos consumidores, adquirimos o direito de compra, deste ou daquele produto que nos interessa ou que é de nossa necessidade, nas limitações que o valor quantitativo do trabalho, o salário, nos impõe. Ora, ser consumidor, na atual forma de organização da vida e do trabalho, é ser humano, se não participamos do mundo das coisas através do ato de comprar, perdemos a nossa condição humana, nos aproximamos do animalesco, pensando bem, nos aproximamos de algo que nem sequer temos nome, uma vez que fora do conjunto dos consumidores não realizamos nossas necessidades mais vitais, mais imediatas, como alimentação, moradia e vestuário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, nos encontremos com as questões a pouco lançadas, não pretendemos fugir delas. Na perspectiva de Karl Marx em seus Manuscritos econômico-filosóficos, escritos em 1844, a sociedade contemporânea se divide em basicamente duas classes sociais, a saber, uma consiste nos possuidores de propriedade, e a outra, em maior número, compõe-se de trabalhadores sem propriedade &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn2" name="_ednref2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt;. Ora, o que resta aos trabalhadores sem propriedade, sem instrumentos de trabalho? Resta-lhes sua energia física e espiritual, que permite a uma parte dos trabalhadores participar do mundo do trabalho. Deste modo, em troca de sua energia física e espiritual, uma vez participando de algum modo de trabalho, aos trabalhadores sem propriedade é pago um valor quantitativo, isto é, um salário. Ora, em que consiste este salário, que os trabalhadores sem propriedade recebem em troca do esgotamento de suas energias físicas?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na perspectiva de Marx o salário é, nada mais, que um valor correspondente à permanência do trabalhador em seu trabalho, isto é, “[para que] a raça dos trabalhadores não se extinga.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn3" name="_ednref3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt; Isto significa: o valor do salário paga somente a ida do trabalhador ao seu local trabalho, bem como, paga aquilo que é necessário para que ele literalmente permaneça em pé. Ou seja, o que é consumido com o salário consiste apenas naquilo que permite ao trabalhador continuar vendendo a sua força física. Ora, se a mercadoria é aquilo que se atribui, em determinada situação, um valor de troca, um valor em dinheiro, é também o trabalhador uma mercadoria, na medida em que o salário é o valor desta mercadoria, que é sua energia física. Nesta direção afirma Marx: “A existência do trabalhador é, portanto, reduzida à condição de existência de qualquer outra mercadoria. O trabalhador tornou-se uma mercadoria e é uma sorte para ele conseguir chegar ao homem que se interessa por ele.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn4" name="_ednref4" style="mso-endnote-id: edn4;" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez que a máquina impôs a divisão técnica do trabalho, separando por funções as partes de determinado trabalho, e também pelo fato de o trabalhador ser ele mesmo uma mercadoria, podemos afirmar a partir daí que o trabalho trata-se da relação entre uma mercadoria e outra, que no ato produtivo gera outra mercadoria. Ora, que é isto? Se a energia física do trabalhador é ela mesma uma mercadoria, no trabalho, o ser humano não é tratado como tal, mas sim como uma mercadoria que possui um preço, o salário, daí que “o trabalhador, longe de poder comprar tudo, tem de vender-se a si próprio” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn5" name="_ednref5" style="mso-endnote-id: edn5;" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt;. Deste modo, a mercadoria que é o trabalhador, em sua relação imediata com outra mercadoria, a máquina, produz outra mercadoria, que consiste no resultado da relação entre duas mercadorias, que não os produtos do trabalho. O trabalhador, portanto, não só trabalha com máquinas, mas também, como uma máquina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Tempos modernos, “Uma história sobre a indústria, a iniciativa privada e a humanidade em busca da felicidade” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn6" name="_ednref6" style="mso-endnote-id: edn6;" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt;, o modo de vida que Chaplin interpreta em cena de nome E o tempo corre, de tão fora de si e tão perturbado pelo tempo veloz do trabalho, passa, de repente, a esquecer que está fora do trabalho, continuando repetidamente os gestos necessários exigidos na indústria, após o momento em que fora interrompido por outro trabalhador, pois aquele (Chaplin) tentou realizar o delírio de ser mais rápido que a máquina, e logo em seguida, permanecendo em seu delírio, realiza inesperadamente uma ação que nos abre a possibilidade de compreender melhor que não só os trabalhadores trabalham com máquinas, mas também, como máquinas. De repente, subitamente, Chaplin pega um recipiente com óleo e passa a jorrar este líquido usado habitualmente em máquinas e o lança no corpo dos outros trabalhadores, como se quem precisasse de óleo não fossem somente as máquinas, mas em primeiro lugar, os trabalhadores, que exercem suas funções com gestos tão mecanicamente repetitivos tais como o de uma máquina. Nesta direção, na ótica de Marx, ao trabalhador é pago “somente tanto quanto for necessário para ele existir, não como ser humano, mas como trabalhador, não para ele continuar reproduzindo a humanidade, mas sim a classe de escravos [que é a] dos trabalhadores.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn7" name="_ednref7" style="mso-endnote-id: edn7;" title=""&gt;[7]&lt;/a&gt; Assim, como a um determinado animal dá-se somente o necessário para a sua sobrevivência, também ao trabalhador dá-se o necessário para que ele continue não vivendo, mas sim, sobrevivendo &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn8" name="_ednref8" style="mso-endnote-id: edn8;" title=""&gt;[8]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste modo de trabalho, o capital &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn9" name="_ednref9" style="mso-endnote-id: edn9;" title=""&gt;[9]&lt;/a&gt;, que na ótica de Marx é “trabalho armazenado” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn10" name="_ednref10" style="mso-endnote-id: edn10;" title=""&gt;[10]&lt;/a&gt;, consiste naquele poder que decide quais as exigências práticas do mundo do trabalho, isto significa: não são os trabalhadores sem propriedade que decidem que modalidades de trabalho desejam realizar, mas sim um outro poder que não o dos trabalhadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto é, ao capital é dado o privilégio de decidir que modalidades de trabalho devem existir no mundo. Nesta direção, para os possuidores de propriedade, de capital, aos trabalhadores não cabe a decisão de escolher este ou aquele modo de trabalho, uma vez que para o capital, os trabalhadores não têm nomes, são anônimos, pois são unidades de medida quantificáveis. Ora, o que mede o salário senão a abstrata relação entre as horas de trabalho e o movimento da produção?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Predominantemente, para o capital, os trabalhadores não têm interesses, desejos, afetos, estados de humor, capacidade de criação, mas, em primeiro lugar, têm energia física e espiritual que pode através de um valor, que é o salário, ser submetida e colocada ao serviço da produção de mercadorias que possam gerar o maior ganho possível com o mínimo de custos. É neste sentido que afirma o filósofo alemão: “O capital é, portanto, o poder de governo sobre o trabalho e os seus produtos. O capitalista possui esse poder, não por causa de suas qualidades pessoais ou humanas, mas na medida em que ele é proprietário do capital. O poder de comprar do seu capital, a que nada pode se opor, é o seu poder.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn11" name="_ednref11" style="mso-endnote-id: edn11;" title=""&gt;[11]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, compreendido aí que para o capital o interesse primeiro é o de gerar o máximo de riquezas possível, isto de modo ilimitado e constante, não sem uma concentração destas riquezas nas mãos de poucos, poderíamos nos posicionar diante do seguinte problema que se abre para o pensamento: os interesses do capital estão de acordo com os interesses da sociedade em seu conjunto?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, este modo de organização do mundo do trabalho que faz da realização do trabalho a negação da vida do trabalhador, trata-se, sobretudo, de um modo de organização em que os interesses do capital não somente não estão de acordo com os interesses da sociedade em sua totalidade, como também, estão na direção contrária aos interesses desta. Isto significa: os interesses do capital estão, salvo hipotéticas situações, necessariamente contra os interesses e perspectivas da comunidade humana como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta direção, ao produzir riquezas através de seu trabalho, é o trabalhador lançado cada vez mais na miséria. Ora, em que sentido? A afirmação de que quanto mais o trabalhador trabalha mais ele ganha, perde todo o seu fundamento, isto é, perde todo o seu sentido, se pensarmos que no ato de produzir esta ou aquela mercadoria, o trabalhador engrandece um poder de um ser outro que não ele mesmo, engrandece um poder estranho que nem mesmo o trabalhador consegue definir precisamente qual a sua face. Neste sentido afirma Marx nos seus Manuscritos econômico-filosóficos, em capítulo de nome Trabalho estranhado e propriedade privada:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O trabalhador se torna tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais a sua produção aumenta em poder e extensão. O trabalhador se torna uma mercadoria tão mais barata quanto mais mercadorias cria. Com a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens. O trabalho não produz somente mercadorias; ele produz a si mesmo e ao trabalhador como uma mercadoria, e isto na medida em que produz, de fato, mercadorias em geral. Este fato nada mais exprime, senão: o objeto que o trabalho produz, o seu produto, se lhe defronta como um ser estranho, como um poder independente do produtor.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn12" name="_ednref12" style="mso-endnote-id: edn12;" title=""&gt;[12]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto significa precisar que o produto do trabalho realizado pelo trabalhador, uma vez separado daquele que o produziu, se mostra como um poder, como o afirma Marx, “independente do produtor”, ou seja, o mundo das coisas, das mercadorias, que foram geradas a partir do emprego da energia física e espiritual do trabalhador, se separa dele, e justamente nesta separação entre resultado do trabalho e produtor, é que se ergue um poder que vai contra ele mesmo, ou em outros termos, o objeto produzido se volta contra o seu produtor, na medida em que retira (suga) deste o máximo de energia física e espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste sentido, este modo de trabalho mostra-se não como encontro da vida com a própria vida, mas em direção oposta, mostra-se como desencontro da vida com a própria vida. Isto significa dizer: através da realização deste modo de trabalho ocorre a desrealização do trabalhador, ou em outros termos, a negação ou mesmo ruína da vida deste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí compreendermos que no trabalho o trabalhador se torna outro ser que não ele mesmo. É justo neste aspecto que ganha sentido a afirmação de Marx, a saber, de que no trabalho o trabalhador “não pertence ao seu ser, (...) ele não se afirma, portanto, em seu trabalho, mas nega-se nele, (...) não se sente bem, mas infeliz, (...) não desenvolve nenhuma energia física e espiritual livre, mas mortifica... e arruína o seu espírito. O trabalhador só se sente, (...) em primeiro lugar, junto a si [quando] fora do trabalho e fora de si [quando] no trabalho.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn13" name="_ednref13" style="mso-endnote-id: edn13;" title=""&gt;[13]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais assombroso, assustador e demoníaco, é que a grande maioria da população no mundo foi reduzida, em um pouco menos de dois séculos, a este modo de trabalho que comete de modo radical, não só o assassinato da criação, a ruína do corpo humano, a exploração extremada da natureza, da qual se extrai o máximo sem nada retribuir, como também, manipula - dando outra direção- o livre desenvolvimento dos poderes da alma, ou em outros termos, das potencialidades humanas. Deste modo nos afirma Marx:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“...quanto mais o trabalhador se desgasta trabalhando, tanto mais poderoso se torna o mundo objetivo, alheio que ele cria diante de si, tanto mais pobre se torna ele mesmo, seu mundo interior, [e] tanto menos o trabalhador pertence a si próprio. É do mesmo modo na religião. Quanto mais o homem põe em Deus, tanto menos ele retém em si mesmo.” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn14" name="_ednref14" style="mso-endnote-id: edn14;" title=""&gt;[14]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida do trabalhador, portanto, é tomada ou mesmo roubada pelo trabalho, pois no percurso de sua vida não vive para si, mas somente para o trabalho. Isto significa: é no trabalho (não estamos nos referindo a qualquer modo de trabalho) que a morte ocupa o espaço da vida com uma intensidade maior. Isto, nos cabe ressaltar, em relação ao não-trabalhador, aquele indivíduo ou grupo que emprega de algum modo a energia física do trabalhador para a geração do máximo de riquezas materiais em um curto espaço de tempo. Riquezas que se separam do trabalhador, pois no resultado do trabalho não mais pertencem a quem as gerou, ou seja, não pertencem aos trabalhadores sem propriedade aos quais é pago em troca um medíocre valor quantitativo, ao passo que a medida da extensão do trabalho é a quantidade e não a qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta direção, a alma dos trabalhadores só é útil no trabalho, que rouba toda a sua energia física e espiritual para a geração de riquezas materiais que ao trabalhador não pertencem. Para outras coisas além do trabalho mecânico e repetitivo, a alma dos trabalhadores torna-se inútil na mesma medida que atrofia sua criação, ao passo que não desenvolve livremente aquilo que está no horizonte de seus interesses e necessidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta perspectiva, a feroz concorrência entre os trabalhadores não abre a possibilidade da realização de interesses que não os mais imediatos para a sobrevivência, como alimentação, moradia e vestimenta. Isto não de modo satisfatório, mas sobretudo de modo precário e medíocre. Uma canção dos meninos do Mundo Livre S/A, de Recife, de nome A bola do jogo, pode nos abrir indícios para uma melhor compreensão acerca da alma dos trabalhadores, assim ouvimos Fred Zero Quatro cantar tomado por certo estado de humor e cólera:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Minhas pernas são bastante fortes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como as de todo trabalhador&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meus braços são de aço&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como os de todo operário&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas como já dizia um velho casta&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;‘A merda dos trabalhadores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É sua alma inútil’&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E eu tenho uma alma que deseja e sonha&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas como já dizia uma velho casta&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;‘A alma dos trabalhadores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É como um carro velho&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só dá trabalho’ ” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_edn15" name="_ednref15" style="mso-endnote-id: edn15;" title=""&gt;[15]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref1" name="_edn1" style="mso-endnote-id: edn1;" title=""&gt;[1]&lt;/a&gt; “Por Revolução industrial convencionou-se designar o processo de transformações econômicas e sociais, caracterizadas pela aceleração do processo produtivo e pela consolidação da produção capitalista. Tal processo assinala, ainda, a passagem em definitivo da produção baseada em relações feudais para a produção em que o capital e o trabalho estão definitivamente separados, isto é, a produção capitalista. A introdução do sistema de fábricas e a crescente mecanização das forças produtivas iniciou-se na Inglaterra, em fins do século XVIII, espalhando-se posteriormente, ao longo dos séculos XIX e XX para outros países.” In: Capítulo 5. A Revolução industrial e a nova sociedade do trabalho, p. 187, História – volume I. Ricardo de Moura Faria, Adhemar Martins Marques, Flávio Costa Berutti. Editora Lê S/A, Belo Horizonte, Minas Gerais, 1989.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref2" name="_edn2" style="mso-endnote-id: edn2;" title=""&gt;[2]&lt;/a&gt; Marx, Manuscritos econômico-filosóficos, Trabalho estranhado e propriedade privada, p. 79.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref3" name="_edn3" style="mso-endnote-id: edn3;" title=""&gt;[3]&lt;/a&gt; Idem, Caderno I, Salário, p. 24.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref4" name="_edn4" style="mso-endnote-id: edn4;" title=""&gt;[4]&lt;/a&gt; Idem.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref5" name="_edn5" style="mso-endnote-id: edn5;" title=""&gt;[5]&lt;/a&gt; Idem, p. 28.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref6" name="_edn6" style="mso-endnote-id: edn6;" title=""&gt;[6]&lt;/a&gt; Tempos modernos, escrito, dirigido e produzido por Charles Chaplin com Paulette Goddard; Cena 1: Dirigido por Charles Chaplin.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref7" name="_edn7" style="mso-endnote-id: edn7;" title=""&gt;[7]&lt;/a&gt; Marx, Manuscritos econômico-filosóficos, Caderno I, Salário, p. 28.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref8" name="_edn8" style="mso-endnote-id: edn8;" title=""&gt;[8]&lt;/a&gt; Aqui, sobretudo nos cabe realizar uma certa distinção, entre viver e sobreviver. Em uma canção do álbum Clube da esquina 2 ouvimos acerca de uma certa gente que “não vive, apenas agüenta” (Maria Maria – 1978, Emi-Odeon Brasil). Em canção de nome Propaganda, da Nação Zumbi, ouvimos na voz de Jorge Du Peixe: “É melhor viver do que sobreviver” (Gravado por Marcos Ferrari nos estúdios Trama entre maio e abril de 2002 em São Paulo/SP).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref9" name="_edn9" style="mso-endnote-id: edn9;" title=""&gt;[9]&lt;/a&gt; Posses, quer em dinheiro quer em propriedades, possuídas ou empregadas, em uma empresa comercial ou industrial por um indivíduo, firma, corporação; Importância que se põe a render juros; Riqueza ou valores acumulados, destinados à produção de novos valores; (Dicionário Michaelis – UOL, digital)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref10" name="_edn10" style="mso-endnote-id: edn10;" title=""&gt;&lt;strong&gt;[&lt;/strong&gt;10]&lt;/a&gt; Marx, Manuscritos econômico-filosóficos, I – Ganho do capital, 1. O capital, p. 40.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref11" name="_edn11" style="mso-endnote-id: edn11;" title=""&gt;[11]&lt;/a&gt; Idem.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref12" name="_edn12" style="mso-endnote-id: edn12;" title=""&gt;[12]&lt;/a&gt; Idem, Trabalho estranhado e propriedade privada, p. 80.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref13" name="_edn13" style="mso-endnote-id: edn13;" title=""&gt;[13]&lt;/a&gt; Idem, p. 82 e 83.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref14" name="_edn14" style="mso-endnote-id: edn14;" title=""&gt;[14]&lt;/a&gt; Idem, p. 81.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4233517223016588101#_ednref15" name="_edn15" style="mso-endnote-id: edn15;" title=""&gt;[15]&lt;/a&gt; A bola do Jogo, letra de Zero Quatro; canção do álbum Samba esquema noise, de 1994; Mundo Livre S/A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;- &lt;/strong&gt;Moura Faria, Ricardo de, Marques, Adhemar Martins &amp;amp; Costa, Flávio. História – Volume I; Berutti; Editora Lê S/A, Belo Horizonte, Minas Gerais, 1989.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Marx, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos; Tradução e notas: Jesus Ranieri; Boitempo Editorial; Perdizes, São Paulo. Primeira edição: maio de 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chaplin, Charles &amp;amp; Goddard, Paullet (roteiro, direção e produção). Tempos modernos, Uma produção Charles Chaplin – United Artists. Estréia: 5 de Fevereiro no Cinema Rivoli, New York, 1936.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- S/A, Mundo Livre. Samba esquema noise. Produzido por Carlos Eduardo Miranda e Gravado no estúdio Nas Nuvens/ RJ. 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nascimento, Milton. Clube da esquina 2. EMI/ Odeon Brasil. Direção de produção: Mariozinho Rocha. Produção executiva: Milton Nascimento. Técnicos de gravação: Roberto de Castro, Dacy Rodrigues e Toninho Silva. Mixagem: Nivaldo Duarte. 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Zumbi, Nação. Nação Zumbi, Produzido por Nação Zumbi. Gravado por Marcos Ferrari nos estúdios Trama. São Paulo/ SP, 2002.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4233517223016588101-1994168744447599595?l=criticaecriacaoembits.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/feeds/1994168744447599595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4233517223016588101&amp;postID=1994168744447599595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1994168744447599595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4233517223016588101/posts/default/1994168744447599595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://criticaecriacaoembits.blogspot.com/2008/09/trabalho-e-manipulao-do-corpo-e-das.html' title='Trabalho e manipulação do corpo e das vontades'/><author><name>Abraão Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15452941889123439074</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/SWuaDMHiVXI/AAAAAAAAAAk/CyBuLE12bIc/S220/IMAG0004.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_dlVhYKppI/AAAAAAAAAmY/cjTdX0CTluU/s72-c/Oper%C3%A1rios+Da+Usina+De+M%C3%BAsica+Eletr%C3%B4nica.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4233517223016588101.post-1904250889232133806</id><published>2008-09-20T17:47:00.000-07:00</published><updated>2010-05-21T23:08:30.878-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crítica Criação Post de inauguração do blog'/><title type='text'>Crítica e criação em bits</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l69eKZ7xxEw/S_drjcAW5iI/AAAAAAAAAms/wug9K6bbJcs/s1600/Zba0g5b.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; 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